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Grávida deixará casa de madeira no quintal da sogra após receber chave de imóvel próprio do SER Família Habitação

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Grávida de quatro meses, a servidora Luana de Araújo Zaboto está prestes a deixar a casa de madeira nos fundos da residência da sogra para se mudar para o imóvel próprio, no Residencial São Tarcísio 2, em Juína. Ela e o marido estão entre as 33 famílias do município contempladas pelo programa SER Família Habitação, idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, e executado pelo Governo de Mato Grosso.

Ela e o marido se preparam para receber a nova integrante da família, Ana Liz, na casa nova.

Casada há cinco anos, Luana disse que sempre teve o sonho de possuir um imóvel próprio.

“Desde que eu casei, há quase cinco anos, a gente sempre procurava casa para financiar, mas nunca conseguimos dar entrada em um financiamento convencional. E agora, com o programa SER Família Habitação, esse sonho se tornou realidade”, compartilhou.

As novas casas foram entregues na segunda-feira (24.06), em cerimônia com a presença da primeira-dama Virginia Mendes.

Em Juína, uma parceria entre o Governo do Estado e a prefeitura prevê a construção de outras 114 unidades pelo programa SER Família Habitação.

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O programa SER Família Habitação na modalidade Entrada Facilitada possui unidades cadastradas em todo o Estado. Para participar, os interessados devem se inscrever no Sistema de Habitação de Mato Grosso (Sihab-MT), disponível no site da MT Par.

O processo inicial envolve quatro etapas: cadastro no Sihab-MT, manifestação de interesse, impressão do Comprovante de Cadastro de Interesse (CCI) e busca por uma construtora para iniciar o processo de aquisição.

O programa está dividido em quatro faixas de renda:

– Faixa 0: famílias sem renda cadastradas no CadÚnico;
– Faixa 1: famílias com renda até R$ 2.640;
– Faixa 2: famílias com renda familiar bruta entre R$ 2.640 e R$ 4.400;
– Faixa 3: famílias com renda mensal entre R$ 4.400 e R$ 8.000.

A modalidade Entrada Facilitada atende as faixas 1, 2 e 3, enquanto a faixa 0 é atendida por casas doadas, cuja construção é coordenada pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

Assista abaixo a reportagem de Israel Prates

Fonte: Governo MT – MT

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“Tumores cerebrais estão entre as principais causas de óbitos em crianças”, reforça especialista

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O mês de maio é marcado pela campanha Maio Cinza, dedicada à conscientização sobre os tumores cerebrais, uma condição grave que exige atenção, informação e acesso rápido ao diagnóstico e tratamento adequado. A iniciativa busca alertar a população sobre sinais e sintomas, além de reforçar a importância da detecção precoce para aumentar as chances de controle da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima cerca de 11.400 novos casos anuais de câncer cerebral e do sistema nervoso no Brasil. Em Mato Grosso, a taxa projetada fica em torno de 140 casos. De acordo com o médico cancerologista pediátrico e coordenador científico do projeto de Diagnóstico Precoce da Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACCMT), Dr. Wolney Taques (CRM-MT 3592, Cancerologia Pediátrica-RQE-48), os tumores cerebrais estão entre as condições neurológicas mais complexas e desafiadoras da medicina e as que mais causam óbitos.

“Sabemos que esses tumores podem acometer pessoas de qualquer idade. No entanto, em crianças, eles estão entre as principais causas de mortalidade, juntamente com casos de leucemia e linfoma. Trata-se de um tipo de câncer bastante agressivo, que pode deixar sequelas”, explicou o médico.

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Embora não sejam necessariamente a forma mais comum de câncer, eles estão associados à alta gravidade clínica, especialmente devido ao impacto que podem causar em funções vitais do sistema nervoso central. Em muitos casos, o diagnóstico tardio contribui para a piora do prognóstico, o que torna a conscientização ainda mais essencial.

Entre os principais sintomas que merecem atenção estão dores de cabeça persistentes e progressivas, alterações visuais, convulsões, mudanças de comportamento, dificuldades motoras e problemas de fala ou memória. A presença desses sinais não significa necessariamente a existência de um tumor, mas indica a necessidade de avaliação médica especializada.

O diagnóstico precoce é um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento. Exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética são fundamentais para identificar alterações no cérebro e permitir a definição da conduta terapêutica mais adequada, que pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, dependendo do caso.

“É fundamental destacar que crianças que apresentem sintomas devem ser avaliadas por um médico pediatra. Caso haja suspeita de tumor cerebral, o encaminhamento imediato para um especialista em oncologia pediátrica é essencial, pois aumenta as chances de cura e reduz o risco de sequelas. Tanto o pediatra quanto o especialista em oncologia pediátrica podem solicitar exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que são decisivos para confirmar o diagnóstico”, concluiu.

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Ao longo desses 27 anos, a AACCMT já acompanhou cerca de 900 crianças e adolescentes e realizou mais de 25.638 mil atendimentos. Entre eles alguns casos de tumores cerebrais.

“Nosso objetivo é oferecer todo o apoio necessário para que crianças e adolescentes possam realizar o tratamento adequado e receber acompanhamento psicológico, com a participação da família, sem comprometer a rotina escolar por estarem afastados de casa”, pontuou o vice-presidente da AACCMT, Benildes Firmo.

Sobre a AACCMT

A AACMT é uma instituição sem fins lucrativos que oferece hospedagem gratuita para crianças com câncer e um acompanhante. Os assistidos vêm do interior de Mato Grosso, de outros estados, de áreas indígenas e até de outros países, em busca de tratamento em centros especializados de oncologia pediátrica em Cuiabá.

A associação disponibiliza também alimentação, transporte, atendimento psicossocial e acompanhamento multiprofissional, iniciativas que fazem a diferença na jornada de quem enfrenta a doença. Tudo isso é realizado de forma gratuita.

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