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Gugu: entenda reviravolta no caso que pode reconhecer bissexualidade do apresentador

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O caso do espólio do apresentador Gugu Liberato ganhou uma ‘virada de mesa’ nesta quinta-feira (29.06). Segundo informações publicadas no Diário Oficial, a bissexualidade do apresentador nunca esteve tão perto de ser legalmente reconhecida.

Isto porque o cozinheiro Thiago Salvático, que briga para ter reconhecida na Justiça uma união estável com ele, conseguiu que o processo movido por Rose Miriam di Matteo, mãe dos filhos do apresentador, fosse suspenso.

A decisão foi da ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça, e o movimento da defesa do cozinheiro faz com que a análise do pedido de Rose seja imediatamente suspenso pela corte em que foi empreitada.

Segundo informações do colunista Valmir Moratelli, da Veja, ela seria ouvida na próxima segunda-feira, 03.07, na ação que corre em segredo de justiça, mas a oitiva está suspensa. A decisão cabe recurso.

A magistrada ainda define que as duas ações de pedido de união estável sejam julgadas juntas. “O exame da tese jurídica deduzida no recurso especial (fumus boni iuris) revela, em juízo típico de tutela provisória, ser plausível a existência de conexão de causas, de modo que as ações de reconhecimento de união estável relativas a períodos coincidentes, ainda que parcialmente, devem, sempre que possível, ser processadas e julgadas de maneira conjunta. Essa providência tem por finalidade evitar a prolação de decisões conflitantes a respeito da mesma questão, especialmente diante da impossibilidade de reconhecimento de união estáveis concomitantes no direito brasileiro”, afirma.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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