MATO GROSSO
“Hoje temos Forças de Segurança motivadas e isso já está refletindo na melhor prestação de serviços ao cidadão”, destaca secretário
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De acordo com o secretário, além da entrega de novas unidades prisionais, batalhões, companhias e delegacias, a Sesp tem atuado pela valorização do servidor público, por meio de ações como o auxílio fardamento e a entrega de pistolas da marca austríaca Glock, consideradas uma das melhores do mundo.
“Com as novas pistolas, temos uma polícia melhor equipada e um policial mais motivado. Hoje, cada policial tem o seu instrumento de trabalho de forma individual, em que ele pode dar manutenção e aumentar o tempo de vida útil do equipamento. Isso é um grande diferencial para a segurança pública. Temos forças de segurança motivadas e, com certeza, isso já está vai refletindo em uma melhor prestação de serviço em cada instituição para o cidadão”, afirma o secretário.
Confira abaixo a entrevista na íntegra.
1) Secretário, o Governo de Mato Grosso está investindo em tecnologia para garantir ainda mais eficiência em diversas áreas, dentre elas a segurança pública, e o programa Vigia Mais MT, em parceria com as prefeituras, é um exemplo disso. Quantos municípios firmaram a parceria e já estão instalando as câmeras?
Temos 108 municípios que fizeram a adesão ao programa e, até o momento, 73 municípios fizeram a retirada das câmeras na Secretaria de Segurança Pública. Esses municípios têm um prazo de instalação, que é de três meses, prorrogável por mais três meses, devido a logística e todo o aparato de instalação que eles têm que fazer, de rede lógica, parte elétrica e física. Isso leva um tempo, mas já temos um número expressivo de prefeituras que fizeram a adesão.![]()
2) O governador Mauro Mendes fala que o programa Vigia Mais MT vai transformar Mato Grosso em um Big Brother, com câmeras monitorando todas as regiões do Estado. Qual o impacto do programa na segurança pública do Estado? Os resultados já podem ser sentidos pela população?
Realmente, teremos mais de 15 mil câmeras de segurança instaladas em todo o Estado de Mato Grosso, assim que tivermos a efetividade 100% do programa. O Vigia Mais MT é um programa que foi idealizado pelo governador Mauro Mendes, pensado por ele, e determinado a nós que fizéssemos todo o planejamento e execução, usando tecnologia e inteligência artificial, e com certeza esse programa tem um impacto muito positivo na segurança pública.
Já temos, sim, resultados positivos. Na cidade de Sorriso, por exemplo, tivemos uma tentativa de homicídio e a câmera do programa Vigia Mais MT instalada levou, em questão de menos de uma hora, à prisão de dois criminosos que passaram de moto e que fizeram disparos com arma de fogo, e a apreensão da arma de fogo, levando esses criminosos a responderem pelo seu crime perante a justiça.
3) O Governo realizou, em 2022, o concurso público para a Segurança e muitos aprovados já foram convocados. Como fica o quadro de servidores das forças de segurança com esse reforço, tendo em vista que o último concurso tinha sido realizado há 10 anos?
Nós realmente ficamos uma década sem concurso público na Segurança Pública, e o governador Mauro Mendes, sensível a essa situação e muito preocupado com a segurança pública do Estado, determinou esse concurso público ainda na sua gestão passada, e agora em 2023 nos autorizou a fazer esse chamamento.
Então, esse impacto em toda a sociedade é muito importante, porque teremos um reforço da Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros Militar, em que as nossas forças de segurança estarão completando seu efetivo, o seu quadro de material humano e principalmente no interior do Estado.
É a primeira vez na história recente, que nós temos conhecimento, que o governo determinou que o interior do Estado seja reforçado e atendido para que não tenhamos cidades com efetivo baixo. Isso é muito importante porque, assim, teremos cidades com maior efetivo de policiais militares e civis, e bombeiros para prestarem o melhor serviço para a sociedade.
4) Secretário, o governador determinou tolerância zero para crimes de invasão de terra, ocorrências que víamos com frequência em anos anteriores em Mato Grosso. De que forma as forças de segurança atuam para cumprir a determinação do governador e combater esses crimes?
Realmente, o governador Mauro Mendes determinou tolerância zero com relação a invasões ilegais de terra em todo o Estado de Mato Grosso. Isso foi amplamente divulgado por meio de um vídeo que o próprio governador fez, e ele fez questão de postar, sendo o primeiro governador do Brasil a se posicionar dessa forma.
Aqui em Mato Grosso nós criamos um protocolo, uma forma de atendimento em que não somente a Polícia Militar atende ao chamado, naquelas primeiras 24 horas de invasões de terra. Funciona da seguinte forma: o proprietário aciona a segurança pública, registra um boletim de ocorrência e informa a unidade policial mais próxima. As forças de segurança, com cumprimento desse protocolo, e de forma alinhada, Polícia Militar e Polícia Judiciária Civil, vão até o local dessa invasão e retiram esses invasores. No local nós constatamos não somente o crime de invasão de terra, mas também crimes subsidiários que estão junto na invasão, como crimes ambientais, de porte ou posse ilegal de arma, veículos de forma irregular ou até mesmo veículos furtados e roubados, enfim, qualquer outro time de crime que esteja agregado a essa invasão de terra é registrado e os criminosos são levados até a delegacia de Polícia Civil. Então, a PJC participa junto com a Polícia Militar na ação e as pessoas vão responder pelos crimes cometidos.
5) A Sesp também tem se destacado com apreensões recordes de drogas nos últimos anos. A que o senhor atribui esse aumento de apreensões e qual o significado disso para a sociedade?
Olha, eu atribuo isso ao grande investimento que o governador Mauro Mendes vem fazendo ao longo dos últimos quatro anos e meio. Fez isso no seu primeiro mandato e continua fazendo alto investimento na segurança pública, onde nós temos polícias melhores equipadas, policiais melhores qualificados, uma inteligência mais atuante, e, com certeza, a apreensão desses entorpecentes, que cresceu significativamente nessa última gestão e este ano, em que temos recordes de números, ela traz um melhor resultado para a sociedade, porque teremos menos crimes, um menor fluxo de entorpecentes no Estado ou passando pelo Estado, e tem crimes que acontecem pelo autoconsumo de entorpecentes, pelo tráfico de drogas, e temos os crimes de homicídio, furto e roubo, que acompanham o tráfico de drogas. Então, esse resultado positivo para a sociedade é muito grande, tendo em vista que esse alto investimento que o Governo tem feito tem dado esse bom resultado.
6) Secretário, uma coisa que chama a atenção é que as forças de segurança têm atuado de forma mais integrada nessa gestão, complementando o trabalho uma da outra. Isso fortalece o combate à criminalidade em Mato Grosso?
Com certeza fortalece todo o trabalho e toda a estratégia contra a criminalidade do Estado de Mato Grosso. No dia da nossa posse, em 1º de janeiro deste ano, cumprindo a determinação do governador Mauro Mendes de trabalharmos com mais eficiência, entregar mais e atender melhor o cidadão mato-grossense, eu disse que nós trabalharíamos de forma integrada e assim temos feito com todas as forças policiais da segurança pública de Mato Grosso, em parceria com o Ministério Público, Tribunal de Justiça, com a PGE, Defensoria Pública, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, enfim, todos os órgãos e poderes que trabalham conosco em parceria. Essa integração, a organização do Estado como um todo, traz o melhor resultado para a segurança pública.![]()
7) O governador tem falado com frequência que, pela primeira vez na história do Estado, cada policial terá sua própria pistola Glock. Qual o impacto dessa ação para os servidores das forças de segurança e para o combate à criminalidade?
Com a entrega dessas novas pistolas, temos uma polícia melhor equipada e um policial mais motivado. Hoje, cada policial tem o seu instrumento de trabalho de forma individual, em que ele pode dar manutenção e esse material ter uma vida útil maior do que o material que tínhamos antigamente, que passava a cada serviço, de mão em mão de cada policial. Então, hoje, cada policial militar, civil, bombeiro, policial penal, ter a sua arma Glock, seu equipamento de trabalho de forma individual, é um grande diferencial para a segurança pública e, com certeza, está refletindo numa melhor prestação de serviço de cada instituição em prol do cidadão.
8) Não apenas na compra de pistolas, o Governo também tem investido na melhoria da estrutura de trabalho dos servidores das forças de segurança, como auxílio fardamento, reformas e construções de unidades, novas viaturas, radiocomunicação, entre outras ações. Para o senhor, isso valoriza o profissional? E qual o impacto para a sociedade?
Valoriza e muito o profissional de todas as instituições, porque estamos falando de um profissional que vai trabalhar em estruturas ou reformadas ou novas, estamos falando de viaturas dignas.
Eu me recordo bem que, há cinco anos, nossas viaturas ficavam paradas no meio da rua por falta de pagamento ou de combustível. Isso desmotiva o profissional. Então, ter viaturas novas e uma radiocomunicação digital em todo o Estado de Mato Grosso fortalece a ação de segurança, porque dá proteção na comunicação da Segurança Pública. Temos, ainda, novos prédios, novas unidades, um investimento alto no sistema penitenciário, onde hoje não temos mais déficit de vaga no sistema prisional. Estamos falando de unidades novas, modernizadas, automatizadas, onde esse profissional também se sente valorizado, assim como em todas as outras instituições, com compra de novos equipamentos, no caso dos Bombeiros, de caminhões tanque, veículos de resgate, por exemplo, e uma série de outros equipamentos.
Então, a Segurança Pública tem vivido novo momento, com grandes investimentos e isso valoriza muito o servidor. E o profissional valorizado, com certeza, entrega um melhor resultado para a sociedade. Ele se empenha mais no serviço e o impacto disso para a sociedade é um serviço de melhor qualidade e uma segurança pública melhor.
Fonte: Governo MT – MT
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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