PARQUE MORTAL
Homem morre após queda de mais de 1.200 m no Grand Canyon
MATO GROSSO
Um turista de 33 anos morreu ao cair de uma altura de mais de 1.200 m no Grand Canyon, nos Estados Unidos. Ainda não se sabe, ao certo, se o homem caiu da passarela de vidro, conhecida como Skywalk, ou da borda do Grand Canyon.
O caso ocorreu no início deste mês, na segunda-feira 5 de junho, de acordo com informações do portal Mirror, mas, até o momento, a vítima não foi identificada.
Uma explicação para a não identificação do homem pode se dever ao fato de os turistas serem obrigados a entregar seus pertences ao acessar a passarela de vidro sobre o rio Colorado, o que inclui celulares e mochilas.
Para localizar o corpo, foi preciso acionar equipes de resgate com o uso helicópteros e especialistas em cordas. “Por volta das 9h da manhã de segunda-feira (5/6), a equipe técnica de resgate com corda do Gabinete de Busca e Resgate do Xerife do Condado de Mohave atendeu ao chamado do Grand Canyon West Skywalk para um homem de 33 anos que passou da borda no Skywalk para o cânion”, disse a polícia.
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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