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Horror em VG: Homem esmaga cabeça de morador de rua e estupra cadáver

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Umberto Alberico da Silva, de 56 anos, teve a cabeça esmagada durante a madrugada desta sexta (07) e morreu  dentro do prédio do Centro Comunitário do bairro Parque Del Rei, em Várzea Grande.  A suspeita é que a vítima tenha sido estuprada depois de sofrer o homícidio,  já  que   foi encontrada  nua. Autor do crime, de 27 anos, foi preso em flagrante escondido debaixo da cama,  casa dos pais. Ele já tinha cometido outro crime  no mesmo modus operandi, inclusive praticando necrofilia (sexo com cadáver).

Segundo informações do boletim de ocorrência,  a Polícia Militar foi acionada por volta da 00h50 para atender um caso  dentro do antigo prédio do Centro Comunitário. Populares narraram que lá havia um homem todo ensanguentado.

Quando a PM chegou no local, já encontrou a vítima caída em um dos cômodos, com várias lesões na cabeça. Foi visualizado ainda que o homem poderia ter sofrido violência sexual, já que estava só de camiseta  levantada e sem a parte inferior da roupa. O Samu foi acionado e a equipe constatou a morte por esmagamento de crânio na parte frontal.

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O crime 

Enquanto a PM registrava o caso, uma testemunha chegou no local e narrou que estava em companhia da vítima, dormindo dentro do local. O prédio está abandonado e é ocupado por pessoas com vício em álcool e drogas ilícitas.

Uma testemunha relatou que foi surpreendido pelo suspeito, que tentou o agarrar. Porém, ele conseguiu fugir. Mas a vítima não. O homem pegou um pedaço de concreto e golpeou várias vezes a cabeça da vítima, que estava dormindo durante o ataque.

Desacordado e todo ensanguentado, foi puxado para outro cômodo, onde teria acontecido o estupro. A testemunha saiu correndo e foi avisar os familiares da vítima, que moram no mesmo bairro. Quando eles chegaram, flagraram o suspeito correndo com a roupa toda suja de sangue.

O suspeito se escondeu em um matagal e depois fugiu por rumo ignorado. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionada junto com a Perícia Oficial e de Identificação Técnica (Politec).

Enquanto os trabalhos da perícia eram realizados no local,  outra testemunha chegou informando que sabia quem era o suspeito e sabia onde ele poderia estar, indicando a casa dos pais dele, na quadra 30 do mesmo bairro.

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Trata-se de Wandeilson Soares Gomes, conhecido como  Wan. Com posse das informações, a PM foi até o local e encontrou o suspeito todo molhado, escondido debaixo da cama. Em buscas pela casa, encontraram ainda uma camisa manchada de sangue dentro do cesto de roupa suja.

Wan ainda  é suspeito de ter cometido um crime no mesmo modus operandi no ano passado. Além de matar a vítima, praticou necrofilia em seguida. Diante dos fatos, ele foi encaminhado para a DHPP sob responsabilidade  da equipe do delegado Mário 

FONTE/REPOST: BARBARA SÁ – RDNEWS

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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