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Hospital Central já tem 90% das obras executadas

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As obras de construção do Hospital Central de Alta Complexidade, em Cuiabá, já estão 90% concluídas. A unidade hospitalar, que será a maior de Mato Grosso, irá atender as demandas de alta complexidade em saúde e receberá investimentos na ordem de R$ 184,5 milhões.

A unidade foi reprojetada pelo Governo de Mato Grosso e é construída pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT).

O secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo, avalia positivamente o andamento da obra e ressalta a importância do hospital para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Esse é um hospital que estava abandonado há 34 anos e que foi retomado pela gestão do governador Mauro Mendes. Além de emblemático, o Hospital Central vai possibilitar a ampliação dos serviços de alta complexidade ofertados pelo Estado, de forma a dar mais resolutividade e eficiência à rede do SUS em Mato Grosso”, explica o gestor.

A unidade terá capacidade para oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3.000 consultas especializadas e 1.400 exames por mês. O novo projeto prevê 10 salas cirúrgicas, 60 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 230 leitos de enfermaria. Além disso, a unidade de alta complexidade vai dispor um total de 290 leitos voltados para o atendimento de toda a população mato-grossense.

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Dentre as especialidades previstas para o Hospital Central estão cardiologia, neurologia, vascular, ortopedia, otorrinolaringologia, urologia, ginecologia, infectologia e cirurgia geral.

De acordo com a secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão, a obra do Hospital Central está em ritmo acelerado.

“Esse é um grande projeto reelaborado pela equipe de obras da SES e que também conta com a consultoria de equipe do Hospital Israelita Albert Einstein. Estamos trabalhando muito para utilizar o que há de mais moderno e tecnológico em saúde no Hospital Central. Será um hospital de ponta e que deve ser entregue ainda em 2023”, acrescentou.

Na obra, estão em andamento os serviços de infraestrutura hidros sanitários, elétrica de baixa tensão e média tensão, cabeamento estruturado, rede de água fria e dutos de ar condicionado, pele de vidro, divisórias, bancadas, louças, pintura, asfalto, grupo de geradores, combate a incêndio, rede de gás medicinal, elevadores, casa de máquinas, revestimento de piso e parede, forro e iluminação.

Histórico
A obra do Hospital Central foi lançada em 1984. O objetivo era proporcionar um atendimento de referência em alta complexidade nas especialidades de traumatologia e ortopedia, além de urgência e emergência de trauma. Contudo, a obra foi paralisada três anos depois, em 1987.

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Em novembro de 2019, o Governo do Estado apresentou um novo projeto para a estrutura do Hospital Central e lançou o edital seguido dos trâmites licitatórios. A assinatura do contrato para o início das obras ocorreu em outubro de 2020 e, desde então, as equipes trabalham para a entrega da unidade de saúde à população mato-grossense.

Fonte: Governo MT – MT

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Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

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Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.

Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.

A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.

Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.

Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.

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“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.

Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.

 

Serviço

Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

Horário: 28 de maio, às 19h

Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá

Entrada franca

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