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Identificados envolvidos em tentativa de roubo de 40 veículos em concessionária de VG

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A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (DERFVA) deflagrou na manhã desta quinta-feira (9) a segunda fase da Operação Revés, desta vez, com alvo nos mandantes da grande tentativa de roubo de mais de 40 veículos do pátio de uma concessionária em Várzea Grande.

A operação deu cumprimento a cinco ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão e três de busca e apreensão. Os alvos são um homem e uma mulher identificados como mandantes e mentores do crime.

A primeira fase da operação, deflagrada no dia 30 de abril, resultou na prisão em flagrante de executores e colaboradores do crime, porém com avanço das investigações, os esforços foram concentrados em identificar os mandantes por trás do crime.

As investigações identificaram os dois suspeitos como alvos centrais desta etapa da operação. O suspeito, reeducando inserido no programa de ressocialização da Fundação Nova Chance (Funac), trabalhava na empresa vítima do crime. Embora não tenha participado diretamente da ação criminosa, foi apontado como peça-chave ao repassar informações cruciais para sua comparsa, responsável por articular e recrutar o grupo envolvido na ação criminosa.

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Durante a execução do crime, a suspeita permaneceu próxima ao local, supervisionando a ação. Além disso, durante as investigações, ficou evidenciado que a investigada é integrante de organização criminosa, possuindo parentes, incluindo mãe e marido, que estão detidos, além de tias com extenso histórico criminal, reforçando sua conexão com o mundo do crime.

Para o delegado titular da DERFVA, Diego Alex Martimiano da Silva, a segunda fase da operação não apenas revela a complexidade do caso, mas também a amplitude do trabalho investigativo da Polícia Civil em desmantelar organizações criminosas e responsabilizar todos os envolvidos, independentemente de suas funções no esquema delituoso.

“É compromisso da  Polícia Civil  promover a segurança e a tranquilidade da sociedade, destacando que cada prisão realizada é resultado de um esforço conjunto e incansável da equipe de investigação”, disse o delegado.

Após terem as ordens judiciais cumpridas, os suspeitos foram encaminhados à delegacia para os procedimentos legais e posteriormente colocados à disposição da justiça. As investigações prosseguem com o objetivo de esclarecer completamente os detalhes do caso e garantir a responsabilização dos mandantes por trás dessa tentativa de roubo.

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A Polícia Civil enfatiza a importância da colaboração da população por meio de denúncias, ressaltando que a participação cidadã é fundamental para o êxito das operações e para a manutenção da segurança pública. Denúncias podem ser feitas anonimamente através do número 197.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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