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IFMT abre 80 vagas para cursos de engenharia florestal e química em Cáceres

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O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) abriu as inscrições nesta sexta-feira (8) para o processo seletivo de ingresso 2023/1 dos cursos superiores da instituição. No Campus Cáceres, a 220 km de Cuiabá, são ofertadas 80 vagas para os cursos de bacharelado em engenharia florestal e de licenciatura em química.

Os cursos são gratuitos e ofertados na modalidade presencial.

As inscrições devem ser realizadas, exclusivamente pela internet, até o dia 2 de setembro com link de acesso no site.

Conforme edital, poderão solicitar isenção da taxa de inscrição, no valor de R$ 80, pessoas em situação de baixa renda com comprovação de renda bruta familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio e que tenham cursado o ensino médio completo em escola pública ou como bolsista integral em escola da rede privada.

Cotas

 

O IFMT oferta 60% das vagas para estudantes egressas e egressos de escolas públicas.

O sistema de reservas de vagas inclui ainda situação de renda, pessoas com deficiência, e pessoas autodeclaradas pretas, pardas ou indígenas.

As pessoas que se autodeclarem negras (pretas e pardas) passarão por uma banca de heteroidentificação para verificação de características fenotípicas.

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Provas

 

Nesta edição, o processo seletivo será realizado por meio de prova discursiva de redação e provas objetivas língua portuguesa/literatura, matemática, física, química, história, geografia, biologia, e língua estrangeira: inglês ou espanhol.

As provas serão realizadas no dia 16 de outubro, das 14h às 18h30.

O candidato poderá optar por realizar as provas em Cáceres ou em uma das seguintes cidades de Mato Grosso: Alta Floresta, Barra do Garças, Campo Verde, Campo Novo do Parecis, Confresa, Cuiabá, Jaciara, Juína, Lucas do Rio Verde, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sorriso, Tangará da Serra e Várzea Grande.

Engenharia Florestal

 

Ofertado em período integral (diurno), o curso de Engenharia Florestal do IFMT Cáceres tem duração de 5 anos. Os profissionais formados pelo curso têm um amplo campo de trabalho, a exemplo da área de produção de madeira com atuação no manejo de florestas nativas, na silvicultura (florestas plantadas) e na Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, assim como na produção de produtos não-madeireiros como castanhas e seringas.

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Outro campo de atuação é o ambiental com a preservação, conservação e recuperação de áreas. O profissional pode também trabalhar com assessoria e consultoria nas áreas de licenciamento de propriedades rurais e de recuperação de Áreas de Preservação Permanente.

Licenciatura em Química

 

Único da Região Oeste de Mato Grosso na modalidade presencial, o curso de licenciatura em química do IFMT Cáceres teve início em 2021 com o objetivo de demandas por formação de profissionais na área.

Com duração mínima de 4 anos de formação (8 semestres), o curso é ofertado no período noturno para ampliar as possibilidades de acesso aos estudantes, inclusive para quem já trabalha e para profissionais com outras graduações que atuam em química e esperam por esta oportunidade de formação específica.

Como campo de atuação, a pessoa graduada em Química no IFMT Cáceres poderá atuar tanto na docência como em indústrias, conforme orientação do Conselho Federal de Química.

Os profissionais dos dois cursos podem atuar também em institutos federais, universidades e outras instituições de ensino, pesquisa e extensão.

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Acrismat solicita à Sefaz renovação de incentivo do ICMS para a suinocultura até 2032

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A Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) se reuniu nesta semana com a equipe da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para entregar um ofício solicitando a renovação, até 2032, da concessão de cumulatividade do crédito presumido do ICMS, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). O pedido abrange as operações próprias de saídas interestaduais de suínos vivos, em todas as finalidades. A vigência atual do benefício se encerra em 31 de dezembro de 2026.

A solicitação busca assegurar condições de competitividade à suinocultura mato-grossense, especialmente aos produtores independentes. No ofício, a Acrismat aponta que Mato Grosso registrou uma redução de aproximadamente 20 mil matrizes suínas nos últimos anos, cenário que reforça a necessidade de medidas voltadas à sustentabilidade econômica das propriedades e à permanência dos suinocultores na atividade.

Para subsidiar a demanda, a entidade encaminhou o estudo “Desenvolvimento da suinocultura em Mato Grosso: impactos da queda produtiva e alternativas de incentivo”, elaborado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

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“O crédito presumido favorece a comercialização de suínos vivos em outros estados e representa uma alternativa importante para o escoamento da produção que não é integralmente absorvida pelos frigoríficos instalados em Mato Grosso. A continuidade do instrumento contribui para a viabilidade da atividade e a preservação da capacidade produtiva estadual”, pontuou o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho.

O documento também destaca que as oscilações cíclicas do mercado afetam os custos de produção, a rentabilidade e a capacidade de investimento dos suinocultores. Nesse contexto, a renovação é defendida como uma medida para proporcionar maior segurança ao setor e manter condições de competitividade em relação aos produtores de outras unidades da Federação.

Além dos efeitos nas propriedades, a associação ressalta os reflexos da atividade na manutenção de empregos, na geração de renda e na movimentação da economia dos municípios. O pedido considera toda a cadeia produtiva e os serviços vinculados à criação de suínos.

Articulação institucional

O ofício informa que a mesma solicitação foi formalizada junto à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). A entidade também pediu apoio à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) para a demanda no Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat).

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A demanda conta com apoio do deputado estadual Dilmar Dal Bosco, do Fórum Agro MT e do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT).

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