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Incêndio de grandes proporções destrói depósito de remédios em Cuiabá

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As causas do incêndio ainda são desconhecidas.

Um incêndio de grandes proporções atingiu um depósito de remédios localizado nos fundos de uma empresa de materiais de construção na Avenida Fernando Corrêa da Costa, bairro São José, em Cuiabá, na noite deste sábado (14).

Em vídeos que circulam nas redes sociais, é possível ver as chamas tomarem conta do prédio. A equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada para conter as chamas. A equipe do Esportes & Notícias entrou em contato com os bombeiros que informaram que o incêndio atingiu a área de armazenamento de medicamentos, um local com um carga de incêndio muito alta com diferentes tipos de materiais combustíveis

Além de combater o incêndio na área atingida, as guarnições se empenharam em proteger outras áreas da empresa, prédios vizinhos e diversos veículos que estavam próximos ao local.

Foram utilizadas 8 viaturas operacionais que estão em trabalho a mais de 12 horas. As guarnições permanecem no local fazendo rescaldo. Ate o momento não há registro de vítimas.

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As causas do incêndio ainda são desconhecidas. Dezenas de curiosos ficaram de olho no trabalho do Corpo de Bombeiros. A Polícia Militar auxiliou o trabalho dos bombeiros, isolando a área para que nenhuma pessoa ficasse ferida.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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