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Inscrições para concurso público da UFMT terminam na próxima semana; salários de até R$ 10 mil

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Terminam no próximo dia 24 as inscrições para o concurso de professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Câmpus de Várzea Grande. Ao todo o edital traz 16 oportunidades na ampla concorrência, em áreas como Engenharia de Transportes, Ciências da Computação e outras. A taxa tem o valor de R$ 150 e deve ser paga na página da Supervisão de Concursos (SC) da Universidade.

As vagas estão distribuídas nas áreas de Engenharia de Transportes/ Planejamento de Transportes, Planejamento e Organização do Sistema de Transporte, Operações de Transportes, Engenharia de Tráfego,Operação de Sistemas de Transporte (1), Ciência da Computação/ Engenharia de Software (2), Ciência da Computação/ Hardware (2), Ciência da Computação/ Sistemas de Informação (2), Ciência da Computação/ Sistemas de Computação (1).

Também há vagas para área de Engenharia de Minas/Lavras (1), Engenharia Elétrica/ Eletrônica Industrial, Sistemas e Controles Eletrônicos, Automação Eletrônica de Processos Elétricos e Industriais (2), Engenharia Elétrica/ Eletrônica Industrial, Sistemas e Controles Eletrônicos, Controle de Processos Eletrônicos, Retroalimentação (2), Engenharia Química/Operações industriais, equipamentos para Engenharia Química (2), Química/Química Orgânica (1).

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O edital contempla ainda vagas para Engenharia Civil/ Infraestrutura de Transportes, Materiais e Componentes de Construção, Aeroportos; Projeto e Construção ou Ferrovias; Projetos e Construção ou Portos e Vias Navegáveis, Projeto e Construção ou Rodovias; Projeto e Construção ou Processos Construtivos (2).

A prova escrita será aplicada no dia 5 de março. Já a Prova Didática, no dia 14 de abril. Ambas acontecem no Câmpus de Cuiabá, com caráter eliminatório e classificatório. Já a convocação para envio dos documentos para a Avaliação de Títulos, fase de caráter unicamente classificatório, será no dia 31 de março.

Redação Só Notícias (foto: assessoria)

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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