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Intérpretes de Nico e Lau são homenageados como Mestres da Cultura Mato-grossense

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A trajetória artística e a relevante contribuição ao humor e à cultura popular fizeram com que a dupla Nico e Lau se tornasse parte da simbologia e iconografia da identidade mato-grossense. E, para homenagear os atores Justino Astrevo e Lioniê Vitório, que interpretam os personagens, estreia neste sábado (23.04), às 20h, no Cine Teatro Cuiabá, o filme ‘Mestres da Cena’, que será acompanhado pela apresentação do espetáculo ‘Remedeia Com Que Tem’. 

Com 40 minutos de duração, o filme integra o projeto selecionado em edital da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) que visa celebrar a dupla de artistas como Mestres da Cultura Mato-Grossense. O documentário de curta-metragem narra a história por trás dos personagens, falando sobre a vida, obra e legado de Justino Astrevo e Lioniê Vitório, desde a iniciação nas artes, passando pela formação e principais influências, até suas contribuições no desenvolvimento artístico atual fora dos palcos.

Em ‘Remedeia Com Que Tem’, Nico e Lau apresentam um show humorístico que faz uma viagem na linha do tempo resgatando os causos do início da carreira até chegar na fase atual de grande apelo popular. O espetáculo de uma hora de duração acontece logo após a exibição do filme, trazendo histórias, performances e interpretação de músicas.  

A união dos dois projetos compõe o 4º Quero Mais Cultura, que é patrocinado pelo Governo de Mato Grosso, por meio de emenda parlamentar atendida pela Secel-MT. Com entrada social de apenas dois quilos de alimentos, a programação comemora a trajetória da dupla humorística mais popular do Estado. 

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“Será uma programação imperdível, em que poderemos dar boas gargalhadas e celebrar a vida e carreira da dupla que promove a cultura matogrossense através do humor há tanto tempo. Para nós, da Secel, é uma honra contribuir para que a história desses extraordinários artistas seja reconhecida, preservada e difundida. Viva os mestres da cultura!”, destaca o secretário adjunto de Cultura da Secel, Jan Moura.

Lioniê Vitório e J. Astrevo: Mestres da Cultura

Além do trabalho humorístico‚ os atores Lioniê Vitório e Justino Astrevo são admirados  também pela valiosa contribuição em preservar e difundir a cultura mato-grossense. Para se consolidarem no mercado das artes cênicas, os artistas acumulam décadas de dedicação ao teatro antes mesmo da criação das personagens Nico e Lau.

Lioniê Vitório, o Nico, é mato-grossense de Santo Antônio de Leverger. Formado em Artes e pós-graduado em Patrimônio Cultural, começou sua carreira artística em 1986, no Grupo Ânima de Teatro, na antiga Escola Técnica Federal de Mato Grosso‚ hoje IFMT.

Justino Astrevo de Aguiar, o Lau‚ nasceu em Cuiabá. Roteirista‚ diretor e ator, é formado em Letras e possui pós-graduação em Planejamento e Gestão Cultural. Sua carreira artística teve início em 1980, quando fundou o Grupo Folhas de Teatro. 

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Foi em 1989 que os artistas passam a trabalhar juntos na Companhia Folhas Produções‚ quando montaram diversos espetáculos e circularam por festivais das grandes capitais brasileiras. A atuação da dupla ajudou no desenvolvimento do cenário que tornou possível a existência de tantos outros valorosos profissionais do teatro mato-grossense atual.

Com a criação dos personagens Nico e Lau, em 1995, a dupla se tornou referência em empreendedorismo cultural, por quebrar paradigmas no fazer cênico com performances transmidiáticas. Dos palcos dos teatros‚ publicidade‚ CDs, DVDs, livros, revistas em quadrinhos‚ e filmes, os personagens ultrapassam os limites do fazer teatral, alcançando o público por meio de música, cinema e televisão.

Selecionado no edital Mestres da Cultura Mato-grosssense, que foi promovido pela Secel-MT com recursos da Lei Aldir Blanc, o projeto ‘Mestres da Cena’ é idealizado pelo publicitário Matheus De Luca. Além do audiovisual, a seleção pública possibilitou a criação de uma exposição virtual sobre os artistas que pode ser conferida no site www.nicoelau.com.br

Serviço

Show e Filme Mestres da Cena – Nico e Lau

Data: 23/04/2022

Horário: 20h

Local: Cine Teatro Cuiabá

Entrada: 2 kg de alimentos não perecíveis por pessoa 

Mais informações: 65 3627.1244 / 65 99975.5513 / ou site nicoelau.com.br

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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