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Justiça Eleitoral altera locais de votação em Tangará da Serra

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Considerando a necessidade de racionalização e adequação dos locais de votação em face à segurança e acesso dos eleitores, bem como a necessidade de alocar seções em locais que ofereçam a estrutura mínima necessária para a realização da votação referente às Eleições Gerais de 2022, o Poder Judiciário, através do Juízo da 19ª Zona Eleitoral do Estado de Mato Grosso está alterando locais de votação em Tangará da Serra. 

A primeira mudança é a criação do local de votação no novo prédio da Escola Estadual Vereador Bento Muniz, com endereço à rua Luiz Fernandes de Moura, N.º 1320-N, Bairro Jardim Tarumã, transferindo definitivamente as seções eleitorais de números 234, 285, 294, 302 e 315 da Creche Jesu Pimenta, para o novo local de votação. 

Ainda, resolve por desativar definitivamente o local de votação N.º 1473, Creche Municipal Jesu Pimenta de Sousa.

Outra mudança é quanto ao antigo prédio da escola Bento Muniz. As seções 16, 17, 18, 19, 66, 67, 112. 127, 139 e 214 foram transferidas para a Creche Professora Tânia Arantes Junqueira, sendo o local de votação (antiga escola) desativado. 

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As mudanças ocorrem de forma permanente e valerão a partir das eleições deste ano. As informações sobre a mudança são lançadas automaticamente no cadastro dos eleitores.

Todas as informações cadastrais podem ser conferidas pelos eleitores no site do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) e pelo aplicativo E-título, que pode ser baixado em smartphone ou tablet, nas plataformas iOS ou Android.

Tangará tem 32 locais de votação e 220 seções eleitorais.

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Suinocultura mato-grossense fecha 2025 com recordes de exportação e projeta 2026 de atenção aos custos e foco na industrialização

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O ano de 2025 foi marcado por resultados expressivos para a suinocultura brasileira, impulsionados principalmente pelos recordes de exportação alcançados pelo país. Mato Grosso acompanha esse desempenho positivo e registra números históricos tanto em exportações quanto em abates, evidenciando a força de recuperação da atividade após os desafios enfrentados em 2022 e 2023.

Um dos marcos mais relevantes de 2025 foi o reconhecimento do Brasil como zona livre de febre aftosa sem vacinação. A conquista amplia as expectativas de abertura de novos mercados e reforça o trabalho sério e contínuo realizado pelo país, especialmente por Mato Grosso, na manutenção de um elevado status sanitário.

Outro destaque do ano foi a mudança no perfil dos compradores da carne suína brasileira. Tradicionalmente lideradas por China e Hong Kong, as exportações passaram a contar com maior protagonismo das Filipinas, além do fortalecimento de mercados exigentes como Japão, México e outros países.

Segundo a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a produção nacional deve atingir 5,47 milhões de toneladas em 2025, alta de 2,0% em relação a 2024.

Mesmo com a expansão da oferta, os preços pagos ao produtor reagiram positivamente. Dados do Cepea mostram que, até o terceiro trimestre, as cotações ao produtor independente subiram 10,8% na comparação anual, sustentadas pela boa demanda.

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No acumulado de janeiro a novembro, as exportações brasileiras de carne suína cresceram 10,8%, superando o volume de 2024 — que já havia sido um ano recorde. As Filipinas consolidaram-se como o principal destino, representando 24,5% da receita, seguidas por Japão, China e Chile.

De acordo com os dados compilados pelo Data Hub da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), as exportações de carne suína passaram de US$ 59,97 milhões entre janeiro e novembro de 2024 para US$ 68,55 milhões no mesmo intervalo de 2025. O setor manteve crescimento impulsionado pela ampliação de mercados compradores, sobretudo na Ásia.

“Mesmo com o crescimento das exportações, o mercado interno não enfrentou desabastecimento. A produção seguiu equilibrada e acompanhou a expansão da demanda externa. O cenário demonstra a capacidade produtiva do país: sempre que desafiado, o produtor brasileiro responde com eficiência, qualidade e volume, garantindo o atendimento dos mercados interno e internacional”, pontua o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho.

Para 2026, o principal ponto de atenção do setor está relacionado aos custos de produção. O plantio da safra 2025/2026 ocorre de forma atrasada em função de problemas climáticos e da falta de chuvas, o que gera preocupação quanto à safrinha de milho no Centro-Oeste. O risco de menor produtividade e qualidade do grão acende um alerta, já que o milho representa um dos principais componentes do custo da suinocultura.

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“Diante desse cenário, a orientação é para que os produtores estejam preparados para enfrentar possíveis elevações nos custos ao longo do ano. No mercado, a expectativa é de estabilidade tanto nos preços do suíno quanto no consumo interno e nas exportações, que devem permanecer firmes. Assim, o ambiente comercial tende a ser equilibrado, embora com atenção redobrada aos impactos dos custos de produção”, ressalta, Tannure.

Em Mato Grosso, mesmo sem crescimento significativo do plantel, a produção estadual continua em expansão, acompanhando a demanda e evitando desabastecimento. O desempenho reforça a resiliência e a força do produtor mato-grossense.

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