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Ladrões capotam após roubar Duster, mas conseguem fugir com notebook, tablet, relógio e mais

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Uma Duster que havia sido roubada de um estabelecimento comercial foi localizada caída em um córrego seco na estrada da Ponte de Ferro, em Cuiabá, na tarde do último sábado (9). Os ladrões, no entanto, conseguiram levar um notebook, uma aliança, um tablet, um relógio e duas caixas de som que estavam dentro do veículo.

Segundo informações do 1°Comando Regional a viatura foi chamada logo após o roubo da Duster. O proprietário conseguiu rastrear um celular que estava dentro do veículo, e a localização dava para local próximo ao Comando Geral da Polícia Militar.
 
As equipes foram até o local e foram acionadas via Ciosp para ir até a estrada da Ponte de Ferro, pois havia chego uma informação de que um veículo com as mesmas características havia passado em alta velocidade e capitado.
 
Os policiais, então, encontraram a Duster, mas os suspeitos não estavam no local, assim como alguns pertences do proprietário. Foi necessário acionar um caminhão Munck para retirada do veículo.

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FONTE/ REPOST: ISABELA MERCURI – OLHAR DIRETO 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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