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Lateral mato-grossense é convocado para eliminatórias da Copa do Mundo 2026

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O lateral-direito Vanderson, 22 anos, natural de Rondonópolis, foi convocado, esta tarde, para integrar a Seleção Brasileira pelas duas primeiras rodadas das eliminatórias da Copa do Mundo 2026. O rondopolitano que tem passagens pela base e elenco profissional do Grêmio, atualmente defende o Mônaco, na França.

Em suas redes sociais, Vanderson agradeceu a convocação. “Orgulho define essa nova oportunidade de representar a nossa Seleção. É uma emoção muito grande. Vamos com muita garra e empenho para começar esse novo ciclo de Copa do Mundo. Pátria Amada, Brasil.”

O primeiro confronto é contra a Bolívia, no dia 8 de setembro, no estádio Mangueirão, em Belém, no Pará. No segundo jogo, o Brasil enfrenta a seleção do Peru, no dia 12 do mesmo mês, no estádio Nacional do Peru, em Lima.

Também foram convocados os goleiros: Alisson, Bento e Ederson. Laterais: Danilo, Caio Henrique e Renan Lodi, zagueiros Ibañez, Gabriel Magalhães, Marquinhos e Nino. Como meio-campistas André, Bruno Guimarães, Casemiro, Joelinton e Raphael Veiga.

Para o ataque foi feita a convocação de Antony, Gabriel Martinelli, Matheus Cunha, Neymar, Richarlison, Rodrygo e Vinicius Júnior.

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Só Notícias/Ana Dhein (foto: assessoria)

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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