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Livro digital da Pitaya é disponibilizado a produtores e técnicos de Mato Grosso e de outros estados

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Fruto de uma parceria entre a Empaer, Embrapa e Universidade de Lavras (UFRA), em Minas Gerais, já está disponível gratuitamente no formato digital o livro ‘Pitaya – Uma Alternativa Frutífera’. Com 68 páginas, o material é mais uma ferramenta de conhecimento para agricultores e interessados em produzir a fruta em Mato Grosso e outras regiões do Brasil.

O material foi elaborado com objetivo de reunir informações que possam orientar e dar suporte a técnicos e produtores sobre as problemáticas ocorridas na cultura.

A pesquisadora da Empaer, doutora Dalilhia  Santos, explica que o livro nasceu da necessidade de disponibilizar informação técnica, gratuita e organizada aos produtores de pitaya mato-grossenses.  “O livro é fruto de uma parceria entre pesquisadores doutores da Empaer, Universidade Federal de Lavras e Embrapa –  que juntos compilaram em quatro capítulos, diversas informações”.

Segundo a pesquisadora, a Universidade de Lavras contribuiu com conhecimento sobre comercialização e custo de produção, bem como sobre processamento pós-colheita das frutas. Já o papel da Embrapa, foi esclarecer sobre as espécies, as variedades e as cultivares de pitayas disponíveis. “Foram apresentadas cinco cultivares validadas para nosso país, produto de mais de 20 anos de melhoramento, as quais são adaptadas às nossas condições de clima e solo e apresentam elevada produtividade e qualidade de frutos”.

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Foto: Empaer

A professora do Departamento de Agricultura da  UFLA, doutora Leila Aparecida Salles Pio, frisa a importância das cooperações e parcerias interinstitucionais, por resultarem em materiais de excelente qualidade.

“A experiência foi muito positiva. Agradeço o convite e a confiança em participar da construção desse importante trabalho cientifico e estou muito feliz com o resultado final”. Ainda segundo Leila, como o livro é gratuito e de fácil acesso, tem alto poder de alcance, orientando o agricultor sobre como cultivar essa fruta que é uma cultura nova, diferente e exótica.

O pesquisador da Embrapa Cerrados, doutor Fábio Gelape Faleiro ressalta que a parceria está sendo muito importante para gerar informações práticas para os produtores de Mato Grosso e de outros estados. “A pitaya está conquistando novos consumidores e novos fruticultores por ser uma fruta muito especial. Acredito que este livro traz uma contribuição para fortalecer toda cadeia produtiva desta fruta, que está conquistando o Brasil”.

Também foram autores do livro: a professora do Departamento de Agricultura (DAG) da Universidade Federal de Lavras (UFLA), doutora Ana Claudia Costa; o pesquisador da Embrapa Cerrados, doutor Nilton Tadeu Vilela Junqueira; a pesquisadora da Empaer, doutora Danielle Helena Müller; o assistente de pesquisa da Empaer, Welington Procópio e o pesquisador da Empaer, doutor Wininton Mendes da Silva.

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Para ter acesso ao livro basta clicar no link 

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Recentemente, a Empaer promoveu na cidade de Tangará da Serra um Encontro Técnico sobre a cultura da Pitaya, no Campo Experimental,

com a participação de mais de 100 produtores, de vários municípios interessados na cultura. Na ocasião, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer todas as particularidades que a cultura oferece, desde a produção até a comercialização. Devido ao ótimo valor comercial é uma oportunidade de negócio para os agricultores do Estado.

Campo Experimental em Tangará da Serra – Foto: Empaer

Fonte: GOV MT

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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.

A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.

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No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.

Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.

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