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Lúdio contesta Cattani e diz que não houve irregularidade na concessão de títulos

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O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) declarou que não houve irregularidade no ato que concedeu títulos de cidadão mato-grossenses aos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele criticou a retirada das honrarias, sendo o único parlamentar a votar contra e pontuou que isso abre precedentes para que outros títulos sejam anulados.

 

Segundo Lúdio, os projetos foram aprovados com um parecer favorável da comissão.

 

“Não cabe aos deputados ficarem fazendo esse debate, ‘ah, esse não merece, aquele merece’, porque o deputado já está eleito e com as condições de propor isso. […] Eu, por exemplo, jamais seria contrário a um título de cidadão mato-grossense a alguma liderança que fosse adversária, a Bolsonaro, a qualquer liderança da extrema direita, porque é uma tarefa que cabe ao parlamentar, que foi eleito legitimamente, e ele concede esse título para quem ele considera importante. A população já delegou essa tarefa para ele, a comissão cumpre a formalidade de avaliar os requisitos formais para essa avaliação”, disse durante a comemoração dos 150 anos de história do Poder Judiciário mato-grossense na tarde desta quinta-feira (23).

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Para Cabral, a atitude dos colegas abre um precedente desnecessário que pode provocar o cancelamento de outras honrarias e pode gerar demora na aprovação de outros títulos.

 

Honrarias anuladas

Nesta quarta-feira (22) a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) anulou ato que concedeu os títulos de Cidadão Mato-grossense aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes e Flávio Dino.

 

A proposta de homenagem partiu do deputado estadual Valdir Barranco (PT) e teve parecer favorável da Comissão de Direitos Humanos, dado por Max Russi (PSB).

 

O presidente da comissão, deputado Gilberto Cattani, pediu em plenário o cancelamento e alegou que as homenagens foram aprovadas “de forma irregular” em uma reunião extraordinária, que contou apenas com votos de parlamentares suplentes da comissão, como o próprio autor Barranco.

 

Colocado em pauta de forma urgente na comissão, os projetos de resolução foram aprovados por maioria, anulando assim o ato que concedeu os títulos de cidadão mato-grossense.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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