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Madrinha dos povos originários, primeira-dama de MT entrega nova unidade escolar indígena em General Carneiro

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, juntamente com o secretário de Estado de Educação (Seduc), Alan Porto, inauguraram, nesta terça-feira (07.05), a Escola Estadual Indígena Sagrado Coração de Jesus, localizada na Aldeia Meruri, em General Carneiro.

Virginia Mendes foi responsável por articular na Seduc a reforma completa da unidade, através do programa SER Família Indígena. A escola foi 100% revitalizada e equipada com tecnologia e mobiliário completo.

O investimento foi de R$ 4,2 milhões do Governo do Estado. Atualmente, a escola conta com 131 alunos matriculados.

Na inauguração, Virginia Mendes foi recebida na aldeia Meruri pelo cacique Osmar Aroenoguaijiwu e sua esposa, Elitânia Leandro Araru Ekureudo; pelo prefeito de General Carneiro, Marcelo Aquino, acompanhado da primeira-dama Ana Flávia Aquino, pelos alunos, moradores da comunidade e outras autoridades que participaram da cerimônia.
Primeira-dama Virginia Mendes articulou reforma da unidade – Foto: Jâna Pessoa/Unaf

A primeira-dama Virginia Mendes contou que, quando conheceu a unidade, ficou inquieta com as condições.

“Quando o padre Andelson me trouxe para ver como estava esta escola, imediatamente entrei em contato com o secretário Alan e ele prontamente nos atendeu, colocando sua equipe de projeto para agilizar, e não demorou muito até que a obra começasse”, afirmou.

“Estou muito feliz com esta entrega. As crianças e os adolescentes merecem esse espaço. Tenho certeza de que eles terão mais disposição para estudar, porque agora têm muito mais motivação”, ratificou a primeira-dama do Estado.

Virginia Mendes também foi recepcionada por três padres: o 19º inspetor e presidente da Missão Salesiana de MT, padre Ricardo Carlos; o padre Salesiano Andelson Dias e o padre responsável pela missão na aldeia Meruri, Ângelo César.

O inspetor, padre Ricardo Carlos, agradeceu pela entrega da nova escola e falou do amor que a primeira-dama Virginia Mendes dedica às causas dos povos indígenas.

“Primeira-dama Virginia Mendes, obrigado por esse presente, e se tem algo mais expressivo que o amor é a educação. A senhora dedica a esta causa com amor, por meio da fé se recuperou e tem se doado às causas dos povos indígenas e por todas as pessoas que precisam. Se queremos o bem das pessoas, precisamos oferecer educação”, disse o padre Ricardo Carlos.

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Durante nove anos, o padre salesiano Andelson Dias se dedicou à missão indígena na aldeia Meruri. Atualmente, ele está em Campo Grande (MS) e fez questão de estar na entrega da nova unidade escolar.

“Meu coração está transbordando de alegria e quero agradecer a Deus, porque Ele é muito bom e ama os povos indígenas. Minha gratidão à nossa querida primeira-dama Virginia Mendes. Nós sabemos de todas as suas lutas com a sua saúde, e mesmo assim a senhora continua de pé com toda fé, servindo os povos originários. A senhora disse que aqui seria a escola mais bonita, e a promessa foi entregue para esta comunidade, uma das escolas mais lindas do nosso Estado”, destacou o padre.
Escola atende mais de 130 estudantes – Foto: Jâna Pessoa/Unaf

A missão salesiana na aldeia Meruri é dirigida pelo missionário padre Ângelo César Cenerino. Ele destacou a data como um dia histórico. “Esse dia vai ficar marcado na história de Meruri. Esta é uma escola que pode ser considerada modelo para todo o estado e que demonstra o carinho que este Governo tem para com o povo indígena. Dona Virginia, gratidão por ser uma madrinha presente na vida dos povos indígenas”, agradeceu o padre.

Alan Porto ressaltou a dedicação e a missão que a primeira-dama de Mato Grosso e o governador Mauro Mendes receberam ao se dedicarem ao Estado.

“Hoje é um dia de celebração. Dona Virginia, a senhora e o governador Mauro Mendes receberam a missão de serem luz e sal para essa terra. A senhora, como madrinha dos povos indígenas, trouxe luz para o ambiente que estava escuro, desassistido pelo poder público, mas a senhora se colocou totalmente à disposição, e nós estamos vendo os resultados”, destacou o secretário de Educação do Estado.
Área de lazer da nova unidade – Foto: Jâna Pessoa/Unaf

Para o prefeito Marcelo Aquino, a primeira-dama Virginia Mendes pode ser considerada mãe dos povos originários. “A dona Virginia é mais que uma madrinha, ela é mãe dos povos indígenas de Mato Grosso, um exemplo para todo o país. Há 70 anos, meu pai estudou nesta escola, ver o que ela se tornou é motivo de muito orgulho. A nossa gestão tem muitos motivos para agradecer por tudo o que o governador Mauro Mendes e a senhora têm se dedicado à nossa região”, reconheceu o prefeito.

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Representando a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Max Russi pontuou o investimento do Governo do Estado na educação, com o olhar atento da primeira-dama Virginia Mendes.

“Este Governo tem mostrado que é possível fazer mais e melhor, a estrutura desta escola tem o mesmo investimento que uma escola da capital, com uma estrutura física atraente. Nós temos a felicidade de ter uma primeira-dama de Estado que gosta dos povos indígenas, nós nunca tivemos isso em Mato Grosso”, declarou o parlamentar.

“Estamos felizes com a presença da nossa madrinha. Hoje é um momento para os nossos alunos comemorarem, porque temos a estrutura que sonhamos e que vai alavancar ainda mais o ensino para aqueles alunos que sonham em entrar em uma faculdade”, pontuou o cacique geral, Osmar Aroenoguaijiwu.

Além da cerimônia de entrega da unidade escolar indígena, a comunidade também recebeu ações do programa SER Família Indígena com as entregas de 200 cestas de alimentos; 200 kits de higiene e limpeza; 200 bolas e 200 kits de doces para as crianças.

Participaram do evento a secretária de Estado de Assistência e Cidadania (Setasc), Grasi Bugalho; o prefeito de Barra do Garças, Adilson Gonçalves, e a primeira-dama Leila Batista; a primeira-dama de Pontal do Araguaia, Adriana Lopo; o comandante do 2º Batalhão, tenente-coronel Arides; o secretário-adjunto de Infraestrutura da Seduc, Rafael Pereira; o superintendente de Assuntos Indígenas da Setasc, Agnaldo Santos; a diretora da unidade escolar da aldeia, Adelina Ikuietaga; o representante do Conselho Indígena de Mato Grosso, Lauro Lopes Leandro Pariko; vereadores e secretários municipais.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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