Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Mãe disse que pediu que aluno não fosse a passeio em cachoeira

Publicados

MATO GROSSO

A mãe do adolescente Daniel Hiarle Arruda de Oliveira, de 14 anos, disse que pediu ao filho que não fosse ao passeio escolar. O menino morreu nesta segunda-feira (06) por afogamento na ‘Cachoeira da Prainha’, durante uma excursão de alunos e professores ao “circuito das cachoeiras”, em Chapada dos Guimarães, promovida por uma escola de Cuiabá.

Em depoimento, as famílias disseram que quando foi anunciado, o passeio garantia que os alunos seriam acompanhados de monitores, policiais militares e bombeiros para garantir a segurança do passeio. Foi dito ainda que os alunos não participariam do banho de cachoeira.

A mãe de Daniel disse ainda que pediu para que o filho não fosse, mas depois de muita insistência ela acabou permitindo. “É por que ele nunca saiu para longe de mim, sempre comigo, fiquei com medo. Mas disseram que seria um passeio seguro, por isso deixei”, relatou a mãe. 

Segundo o pai de um dos alunos, foi anunciado que monitores e bombeiros acompanharam as crianças, no entanto não foi isso que aconteceu.

Leia Também:  Eduardo Botelho, envia carta ao presidente da Câmara Federal, Arthur Lira, solicitando velocidade na votação da Lei Antifeminicidio

A criança desapareceu por volta das 17h, Porém, as buscas dos mergulhadores do Corpo de Bombeiros só foram iniciadas por volta das 23h.

Algumas horas depois, o menor foi encontrado a cerca de 3 metros de profundidade na “Cachoeira da Prainha” já sem vida. A Polícia Civil já está apurando os fatos.  

FONTE/ REPOST: LETÍCIA KATHUCIA – FOLHA MAX

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Tumores cerebrais estão entre as principais causas de óbitos em crianças”, reforça especialista

Publicados

em

O mês de maio é marcado pela campanha Maio Cinza, dedicada à conscientização sobre os tumores cerebrais, uma condição grave que exige atenção, informação e acesso rápido ao diagnóstico e tratamento adequado. A iniciativa busca alertar a população sobre sinais e sintomas, além de reforçar a importância da detecção precoce para aumentar as chances de controle da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima cerca de 11.400 novos casos anuais de câncer cerebral e do sistema nervoso no Brasil. Em Mato Grosso, a taxa projetada fica em torno de 140 casos. De acordo com o médico cancerologista pediátrico e coordenador científico do projeto de Diagnóstico Precoce da Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACCMT), Dr. Wolney Taques (CRM-MT 3592, Cancerologia Pediátrica-RQE-48), os tumores cerebrais estão entre as condições neurológicas mais complexas e desafiadoras da medicina e as que mais causam óbitos.

“Sabemos que esses tumores podem acometer pessoas de qualquer idade. No entanto, em crianças, eles estão entre as principais causas de mortalidade, juntamente com casos de leucemia e linfoma. Trata-se de um tipo de câncer bastante agressivo, que pode deixar sequelas”, explicou o médico.

Leia Também:  VÍDEO: Hospital São Benedito será usado para cirurgias cardíacas, urológicas e de otorrino

Embora não sejam necessariamente a forma mais comum de câncer, eles estão associados à alta gravidade clínica, especialmente devido ao impacto que podem causar em funções vitais do sistema nervoso central. Em muitos casos, o diagnóstico tardio contribui para a piora do prognóstico, o que torna a conscientização ainda mais essencial.

Entre os principais sintomas que merecem atenção estão dores de cabeça persistentes e progressivas, alterações visuais, convulsões, mudanças de comportamento, dificuldades motoras e problemas de fala ou memória. A presença desses sinais não significa necessariamente a existência de um tumor, mas indica a necessidade de avaliação médica especializada.

O diagnóstico precoce é um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento. Exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética são fundamentais para identificar alterações no cérebro e permitir a definição da conduta terapêutica mais adequada, que pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, dependendo do caso.

“É fundamental destacar que crianças que apresentem sintomas devem ser avaliadas por um médico pediatra. Caso haja suspeita de tumor cerebral, o encaminhamento imediato para um especialista em oncologia pediátrica é essencial, pois aumenta as chances de cura e reduz o risco de sequelas. Tanto o pediatra quanto o especialista em oncologia pediátrica podem solicitar exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que são decisivos para confirmar o diagnóstico”, concluiu.

Leia Também:  Cooperados autorizam Unimed Cuiabá a acionar ex-gestores

Ao longo desses 27 anos, a AACCMT já acompanhou cerca de 900 crianças e adolescentes e realizou mais de 25.638 mil atendimentos. Entre eles alguns casos de tumores cerebrais.

“Nosso objetivo é oferecer todo o apoio necessário para que crianças e adolescentes possam realizar o tratamento adequado e receber acompanhamento psicológico, com a participação da família, sem comprometer a rotina escolar por estarem afastados de casa”, pontuou o vice-presidente da AACCMT, Benildes Firmo.

Sobre a AACCMT

A AACMT é uma instituição sem fins lucrativos que oferece hospedagem gratuita para crianças com câncer e um acompanhante. Os assistidos vêm do interior de Mato Grosso, de outros estados, de áreas indígenas e até de outros países, em busca de tratamento em centros especializados de oncologia pediátrica em Cuiabá.

A associação disponibiliza também alimentação, transporte, atendimento psicossocial e acompanhamento multiprofissional, iniciativas que fazem a diferença na jornada de quem enfrenta a doença. Tudo isso é realizado de forma gratuita.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA