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Mais de 850 vagas abertas em cursos gratuitos do Senac-MT em 11 cidades

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial em Mato Grosso (Senac-MT) está com inscrições abertas para 852 vagas em cursos gratuitos de tecnologia da informação, beleza, gestão, saúde e culinária em Cuiabá, Cáceres, Sinop, Canarana, Água Boa, Primavera do Leste, Tangará da Serra, Vila Rica, Querência, Barra do Garças e Sorriso.
Conforme o diretor regional do Senac-MT, Edson Dahmer, são 48 turmas, no total, e as aulas já começam a partir da próxima segunda-feira (4). “Os cursos oferecem qualificação e aperfeiçoamento profissional em áreas que são grandes empregadoras e que permitem renda e autonomia financeira. Eles são direcionados a jovens, a partir de 14 anos, e adultos. O único pré-requisito é ter, pelo menos, o Ensino Fundamental incompleto”, indica o dirigente.
As duas unidades da instituição na capital, no bairro Boa Esperança e na região do Porto, ofertam juntas 282 vagas em capacitações para ‘Atendente de Farmácia’, ‘Barbeiro’, ‘Business Intelligence com Power BI’, ‘Camareira’, ‘Cerimonial e Protocolo para Eventos’, ‘Desenvolvimento Web’, ‘Libras’, ‘Lógica de Programação’, ‘Preparo de Hambúrguer’, ‘Técnicas para Bartender’, entre outras.
Cáceres, no Alto Pantanal, tem 221 vagas em formações de ‘Assistente de Marketing e Vendas’, ‘Gestão de Estoques’, ‘Massagista’, ‘Panificação e Confeitaria’, ‘Recepcionista’ e ‘Técnicas para Pizzaiolo’. As inscrições podem ser feitas na Assembleia de Deus Nova Aliança (Adna), no bairro Cavalhada, das 7h30 às 11h e das 13h30 às 17h. As aulas também acontecerão na sede da igreja.
Na região norte do estado, Sinop está com inscrições para cursos de ‘Ferramentas de Marketing Digital’, ‘Liderança Coach’, ‘Libras’, ‘Técnicas de Depilação’ e ‘Tranças’ que somam 96 vagas. Sorriso tem uma turma aberta, com 15 vagas disponíveis, para ‘Qualidade no Atendimento’.
Já no Vale do Araguaia, são 160 vagas abertas em cursos de ‘Excel Avançado’, ‘Libras Intermediário’, ‘Liderança Coach’, ‘Limpeza e Higiene Hospitalar’, ‘Ferramentas de Marketing Digital’, Liderança e Gestão de Pessoas e Vendas em Barra do Garças, Água Boa, Vila Rica, Querência e Canarana.
Fecham a oferta educacional os municípios de Primavera do Leste, com 40 vagas para duas turmas do curso de ‘Manicure e Pedicure’, e Tangará da Serra, com 38 oportunidades de qualificação para Assistentes Administrativo, de Pessoal e de Recursos Humanos.
Cada curso possui seus pré-requisitos de idade e escolaridade mínima para participação que podem ser conferidos de três formas: no site www.mt.senac.br, na aba ‘Cursos’; pela Central de Relacionamento, via WhatsApp (65) 9 9917-6023, disponível para atendimentos das 7h15 às 19h45, de segunda a sexta-feira; ou indo diretamente nas unidades do Senac-MT em cada localidade.
As matrículas são feitas mediante apresentação de documento oficial de identificação com foto, comprovantes de endereço e de escolaridade.
Confira abaixo a relação de cursos com inscrições abertas por município:
 
Cuiabá
Atendente de Farmácia
Barbeiro
Business Intelligence com Power BI
Cabeleireiro
Camareira(o) em Meios de Hospedagem
Cerimonial e Protocolo para Eventos
Depilador
Desenvolvimento Web – Back End
Desenvolvimento Web – Front End
Informática Básica – Windows, Word, Excel, Power Point e Internet
Língua Brasileira de Sinais (Libras) – Básico
Lógica de Programação
Preparo de Hambúrguer
Programação para Robótica
Técnicas para Bartender
Cáceres
Assistente de Marketing e Vendas
Camareira(o) em Meios de Hospedagem
Gestão de Estoques
Manicure e Pedicure
Massagista
Panificação e Confeitaria
Preparo de Bolos e Tortas
Preparo de Pizzas
Recepcionista
Técnicas para Pizzaiolo
Sinop
Ferramentas de Marketing Digital
Liderança Coach
Língua Brasileira de Sinais (Libras) – Básico
Técnicas de Depilação
Tranças
Canarana
Liderança e Gestão de Pessoas
Liderança e Gestão de Vendas
Água Boa
Libras Intermediário
Liderança Coach
Primavera do Leste
Manicure e Pedicure
Tangará da Serra
Assistente Administrativo
Assistente de Pessoal
Assistente de Recursos Humanos
Vila Rica
Limpeza e Higiene Hospitalar
Querência
Ferramentas de Marketing Digital
Barra do Garças
Excel Avançado
Sorriso

Qualidade no Atendimento

Por Assessoria de Imprensa/Senac-MT (Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/IPF-MT)

Contato: Maicon Oliveira

Telefone & WhatsApp: 65 9 9909-8332

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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