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Mandante de assassinato, ex-marido de Raquel Cattani foi preso na casa do ex-sogro

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Mentor do assassinato de Raquel Cattani, Romero Xavier Mengarde foi preso na casa do ex-sogro, o deputado estadual Gilberto Cattani (PL). Apesar de estar separado da produtora de queijos, Romero mantinha bom relacionamento com os pais de Raquel e vinha consolando o casal pela perda da filha.

“A polícia entrou lá e arrancou ele dentro da casa do ex-sogro”, revelou uma testemunha. Romero e seu irmão Rodrigo Xavier Mengarde foram presos em flagrante pela autoria intelectual e assassinato, respectivamente, de Raquel Cattani.

Ele chegou a ser apontado como suspeito do crime ainda na sexta-feira (19), quando o corpo de Raquel foi encontrado por sua mãe, Sandra Cattani. Todavia, investigações preliminares o retiraram na propriedade rural da vítima no período em que o crime teria ocorrido e ele acabou sendo liberado e tendo sua participação no assassinato inicialmente descartada.

Porém, em investigação, a Polícia Civil de Nova Mutum descobriu que tudo não passou de um álibi. Romero tramou o assassinato e contou com auxílio do irmão, Rodrigo, para executar o crime.

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De acordo com o delegado Guilherme Pompeo, o autor intelectual do homicídio de Raquel tlevou o irmão no próprio carro e o deixou escondido nas proximidades do sítio PH, de propriedade de Raquel Cattani.

Ao longo do dia, Romero almoçou com o Gilberto Cattani e, inclusive, chorou na frente dos familiares da vítima por conta da separação. Após almoçar com o deputado, levou os filhos do casal para Tapurah a fim de criar o álibi e afastá-los do crime planejado.

Durante a tarde do dia 18 de julho, ele chamou algumas pessoas com quem nem tinha muita convivência para beber e assar carne. No período da noite, foi a três boates em Tapurah para reforçar o álibi de que estaria na cidade e, assim, não seria considerado o principal suspeito.

O assassino 

Por outro lado, Rodrigo ficou à espreita da vítima até ela chegar ao sítio. Romero sabia da rotina de Raquel e de forma planejada havia retirado o casal de filhos da residência anteriormente.

Ao chegar no sítio por volta de 20 horas da quinta-feira (18), a vítima foi atacada com uma faca e foi a óbito no local. Em seguida, Rodrigou subtraiu alguns objetos da casa, quebrou a televisão na parte de fora da casa e levou a moto da vítima com o destino a Lucas do Rio Verde.

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Rodrigo foi preso nesta quarta-feira em Lucas do Rio Verde e confessou o crime. Em sua residência, havia objetos pessoais da vítima, como perfume, aparelho de som, porta celular e uma faca.

Diante das evidências, ele confessou o crime. O executor do crime contou que jogou a motocicleta, o celular e a faca do crime em um rio da região. Nesta quinta-feira (25), a Polícia Civil solicitará ao Corpo de Bombeiros para realizar buscas no local.

Ainda nesta quarta-feira, uma equipe policial coordenada pelo delegado Edmundo Félix seguiu até o assentamento Pontal do Marape para conduzir o autor intelectual do homicídio e trazê-lo até a delegacia de Nova Mutum.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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