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Manifestação: Pais vão às ruas após empresa Unimed realizar cobranças exorbitantes em tratamento de autistas

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Aconteceu na tarde desta quarta-feira (08), uma manifestação de pais e responsáveis por crianças autistas que realizam tratamento por meio da empresa Unimed, em Cuiabá. Segundo esses responsáveis, os tratamentos que eram totalmente gratuitos estão sendo cobrados no mês de setembro, com valores entre R$19.000,00 á R$36.000,00 mil reais.

Nas ruas os manifestantes passaram pelo ministério público e pela assembleia legislativa do estado, pedindo que providenciem uma liminar para continuarem com o tratamento como era feito antes.

A carreata finalizou em frente à própria empresa, onde por meio de discursos e cartazes eles pediram que a Unimed voltasse atrás com a decisão, já que independente de classes sociais o tratamento precisa ser feito para ajudar o desenvolvimento dessas crianças.

Do outro lado:

A Unimed Cuiabá receberá na próxima sexta-feira (10), às 15 horas, representantes do grupo de pais de autistas para tratar sobre coparticipação em terapias. A reunião será presencial, seguindo as medidas de biossegurança vigentes.

A coparticipação em consultas e outros serviços prestados pela Operadora de Saúde é prevista em contratos nesta modalidade. A Cooperativa está encaminhando a cobrança aos beneficiários que fizeram uso do plano para terapias (psicologia, fonoaudiologia, nutrição, terapia ocupacional e/ou home care), sem o devido pagamento.

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Em conformidade com os princípios da gestão, a Unimed Cuiabá está procedendo estritamente conforme a legislação que prevê prazo prescricional de cinco anos. Além disso, abriu canal de negociação específico para os clientes que preferirem o parcelamento do débito.

 

(Atualizado dia 09/09/202021 as 13h12)

 

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Vereador Alex Rodrigues apresenta projeto de lei para proteger mulheres de violência sexual em hospitais de Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues apresentou na Câmara Municipal de Cuiabá um Projeto de Lei que estabelece medidas preventivas contra a violência sexual praticada contra mulheres em ambientes hospitalares. A proposta visa garantir que toda paciente tenha o direito de ser acompanhada por uma pessoa de sua confiança em consultas, exames, tratamentos e procedimentos cirúrgicos que envolvam sedação ou exposição do corpo.

Segundo Alex Rodrigues, a iniciativa nasce da necessidade de criar mecanismos de proteção para mulheres que, em situações de vulnerabilidade, especialmente sob efeito de sedativos, ficam mais expostas a riscos de abuso. O texto do projeto determina que hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios e postos de saúde, tanto públicos quanto privados, não poderão impedir a presença de um acompanhante escolhido pela paciente.

O direito também vale para cirurgias eletivas, estéticas e exames que exijam sedação. Mesmo quando a equipe de atendimento for composta exclusivamente por profissionais mulheres, a paciente continuará tendo direito ao acompanhante.

Regras especiais para centros cirúrgicos e UTIs

O projeto de Alex Rodrigues também prevê exceções em áreas críticas, como centros cirúrgicos e unidades de terapia intensiva. Nesses casos, e apenas quando houver justificativa técnica relacionada à segurança, o acompanhante deverá ser obrigatoriamente um profissional de saúde. A suspensão temporária da presença do acompanhante só poderá ocorrer se houver interferência negativa no trabalho da equipe médica.

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A proposta estabelece ainda que a paciente deve ser informada previamente sobre o direito ao acompanhamento. Se isso não ocorrer, ela poderá remarcar o procedimento sem prejuízo. Em casos que envolvam sedação ou exposição do corpo, será obrigatório um termo declarando que a paciente tomou ciência dessa garantia.

O vereador também incluiu na proposta a autorização para que o Poder Executivo crie comissões de acompanhamento e fiscalização, responsáveis por monitorar o cumprimento da lei e levantar estatísticas sobre sua efetividade.

Na justificativa do projeto, Alex Rodrigues ressalta que a violência sexual no ambiente hospitalar, embora pouco discutida, é uma realidade preocupante. Situações de anestesia, sedação ou incapacidade momentânea de defesa colocam mulheres em posição de extrema vulnerabilidade, o que exige ações concretas do poder público para garantir segurança, dignidade e proteção.

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