MATO GROSSO
Manutenção programada na ETA São Sebastião neste domingo (10)
MATO GROSSO
A Águas Cuiabá informa que realiza, neste domingo (10), das 7h às 13h, uma manutenção eletromecânica na Estação de Tratamento de Água (ETA) São Sebastião.
Em função da atividade, uma parada programada no abastecimento aos bairros atendidos pela unidade (lista abaixo) será necessária.
ETA Ribeirão do Lipa – No mesmo dia, das 6h às 8h, uma equipe da concessionária também estará mobilizada na Estação de Tratamento de Água (ETA) Ribeirão do Lipa em manutenção corretiva em uma estrutura de abastecimento.
Alguns bairros atendidos pela estação (lista abaixo) também precisarão ter o abastecimento temporariamente interrompido.
A previsão é que o fornecimento de água tratada seja retomado após a conclusão de cada atividade, medida que deve ocorrer, de forma gradativa, conforme pressurização da rede até o fim do dia de domingo.
A Águas Cuiabá lamenta os transtornos e informa que moradores destas localidades que estiverem desabastecidos e necessitarem de fornecimento de água tratada por meio de caminhão-pipa devem fazer a solicitação pelos canais de atendimento: Call Center 0800 646 6115 (ligação gratuita) e WhatsApp (65) 9 9276-6008.
Localidades impactadas – ETA São Sebastião:
Centro América, Bordas Da Chapada, Canjica, Centro Político Adm., Consil, Dom Bosco, Jd. Aclimação, Jd. Alvorada, Jd. Antônio Dias, Jd. Monte Libano, M. Do Ouro, M. Do Ouro II, Miguel Sutil, R. Castelo Branco, Rod. Parque, São Joao Dos Lázaros, Sr. Dos Passos e Terra Nova.
Localidades impactadas – ETA Ribeirão do Lipa:
CPA II, CPA I, R. Catedral, Paiaguás, Jd. Bom Clima, Altos da Boa Vista, Três Poderes, R. Paiaguás II, R. Paiaguás I, R. Catedral, R. Bosque dos Ipês, Paiaguás, Jd. Itapua, Lot. Paiaguás III.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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