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Máquinas entregues pelo Governo de MT vão ajudar na manutenção das rodovias sem asfalto

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O Governo de Mato Grosso entregou, nesta sexta-feira (25.03), 38 máquinas que serão utilizadas na manutenção de rodovias sem pavimentação asfáltica. Foram entregues no evento, realizado na Arena Pantanal, 25 motoniveladoras, sete pás-carregadeiras e seis escavadeiras, para 33 prefeituras e duas Associações.

De acordo com os prefeitos beneficiados com as entregas, as máquinas serão fundamentais para garantir a trafegabilidade das rodovias vicinais, garantindo o direito de ir e vir das pessoas, principalmente após o período de chuvas. O investimento realizado pelo Estado para a entrega dessas máquinas é da ordem de R$ 25,3 milhões.

O prefeito de Paranatinga, Marquinhos do Dedé, lembrou que o seu município tem quase 5 mil quilômetros de estradas de chão, por isso a escavadeira recebida irá ajudar no trabalho da manutenção. “É muito importante esse olhar do governo para os pequenos municípios. Paranatinga nunca teve um governo como esse, que olha para todas as áreas. Só a MT-130 tem mais de 340 km da sede até a divisa do município, então essa ajuda do governo é necessária”, afirmou. Paranatinga recebeu uma escavadeira.

Para o prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, que recebeu uma pá-carregadeira, a ação do governo demonstra sensibilidade com os municípios, que nesse ano sofreram com a grande quantidade de chuva. Ele lembra que a cidade tem três mil quilômetros de estradas vicinais, uma extensão muito grande. “Isso exige do aparato público uma presença quase em tempo real. Essas máquinas, além de facilitar a manutenção da nossa malha viária, ajuda os pequenos produtores. Eu fico satisfeito com essa atenção que o Governo do Estado tem dado”, disse.

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Segundo o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, essa é mais uma demonstração do trabalho que é executado pela atual gestão. “Um governo que realmente olha para os municípios, que quer estruturar os municípios. Precisamos dessas máquinas nas estradas, melhorando a logística de Mato Grosso, não só no escoamento de grãos, mas no direito de ir e vir dos cidadãos, no transporte escolar, no transporte da saúde, das viaturas da segurança pública”, afirmou.

Essa é a terceira entrega de máquinas para a infraestrutura realizada pela Sinfra-MT. Em 2021, em duas ocasiões, o governo entregou 195 máquinas para prefeituras, associações e consórcios, sendo 123 motoniveladoras, 36 escavadeiras e 36 pás-carregadeiras. Além disso, já está em andamento o processo licitatório para a aquisição de mais 250 máquinas, incluindo escavadeiras, motoniveladoras, pás-carregadeiras, retroescavadeiras e rolos pé-de-carneiro.

A prefeita de Carlinda, Carmen Martines, disse que essas máquinas fazem muita diferença para o município. “Temos quilômetros e quilômetros de estradas para cuidar. Encerrando o período chuvoso, temos que intensificar a manutenção. Parabenizo o governo pelo trabalho, levando esse apoio aos pequenos municípios, e o resultado vai para o povo”, disse. Carlinda recebeu uma motoniveladora.

Para o prefeito de Nova Xavantina, João Bang, que recebeu uma motoniveladora, o que o Estado faz com essa ação é pensar nos municípios. “Essa ação beneficia o transporte escolar, que é a base de tudo. Para que não falte estrada ao pequeno e grande produtor, Nova Xavantina tem uma parceria muito forte com o Governo”, disse.

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O prefeito de Alto Paraguai, Adair José, que recebeu uma pá-carregadeira, lembrou que o período de chuva danificou muito as estradas rurais. “Essa é uma parceria que ajuda muito os municípios, para poder dar trafegabilidade para as estradas, ajudar o escoamento da população, a qualidade de vida das pessoas. Essa parceria com os municípios é muito boa, o Estado entra com a máquina e o município com o combustível e pessoal”, explicou.

Os municípios contemplados pela entrega nesta sexta-feira devem protocolar uma solicitação, conforme explicado no site da Sinfra-MT. Após a análise e aprovação do processo, o termo de cessão de uso das máquinas será publicado no Diário Oficial e os prefeitos poderão retirar os equipamentos na Arena Pantanal.

Para o prefeito de Nossa Senhora do Livramento, Silma de Souza, que recebeu uma motoniveladora, a entrega foi realizada em um momento oportuno. “Agradeço a essa gestão, que é municipalista e tem nos ajudado muito. Nós temos 1.600 km de estradas vicinais e essa motoniveladora vai nos ajudar a recuperar nossas estradas, que foram danificadas no período chuvoso”, afirmou.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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