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Marcus Brito homenageia mãe do vereador Rogério Varanda com nome de Rua na Cohab São Gonçalo em Cuiabá

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O Plenário da Câmara de Vereadores de Cuiabá aprovou Projeto de Lei apresentado pelo vereador Marcus Brito Junior que nomeia a rua “Um” do bairro Cohab São Gonçalo como “Rua Iva Candida Varanda”, a homenageada é mãe do vereador Rogério Varanda (MDB).

Dona Iva foi uma das primeiras moradoras do bairro e residiu na Cohab São Gonçalo até o último dia de vida, em 21 de março de 1983. Funcionária da antiga Sanemat, Iva recebeu uma pequena herança do pai e formou um loteamento que foi batizado com o sobrenome dele.

O vereador Rogério Varanda foi pego de surpresa ao ler a pauta do dia, onde constava o PL de indicação do colega parlamentar. “Quando eu vi o nome da minha mãe, eu não acreditei, li de novo, e aí não deu outra, foi só choro. Um choro de emoção de gratidão, pois minha mãe foi uma guerreira, cuidou dos filhos e amava aquele lugar, como eu também amo, e tenho orgulho em dizer que vivi os melhores anos da minha vida lá. Agradeço de coração ao vereador Marcus Brito, por conceder a nossa família, que minha mãe seja para sempre lembrada em um bairro que ela também tanto amou,” explicou Varanda.

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“É uma satisfação fazer parte desse momento, dessa homenagem. Um privilégio poder homenagear uma mulher guerreira, especial, que cuidou com tanto carinho dos filhos, foi exemplo de profissional e querida por todos. Nada mais justo de que ela seja lembrada no bairro que viveu por tantos anos e que amava tanto”, disse Marcus Brito Júnior.

Histórico:

Iva Candida Varanda, nasceu em Poxoréu-MT, filha de Antonio Candido da Silva e Maria Pereira do Lago, casou-se muito cedo aos 14 anos e ficou viúva muito jovem aos 21 anos. Na época com 5 filhos menores, sem nenhuma qualificação profissional. Como mulher lutadora que era, com a força de seus braços buscou o sustento da família, lavando roupas e fazendo salgados para festas sob encomenda.

Conseguiu através de uma grande amiga trabalhar no cartório do 1º Ofício da Tabeliã Elza Fernandes Silva, quando ao mesmo tempo voltou a estudar na escola 7 de Setembro juntamente com o hoje Desembargador Dr. Juvenal Pereira da Silva, que frequentava a sua casa em trabalhos escolares. Deixou a cidade de Poxoréu e mudou-se para Cuiabá em busca de melhor qualidade de vida aos seus filhos. Fundou um Pensionato a Rua Antonio Maria, 178, de 1977 a 1978, em seguida conseguiu trabalhar na SANEMAT e foi agraciada com uma casa na Cohab São Gonçalo, sendo uma das primeiras moradoras, e lá ficou até o seu último dia de vida em 21/03/1983.

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Quando ainda funcionária da Sanemat, recebeu uma pequena herança do pai e formou um Loteamento com o sobrenome dele. Ao mesmo tempo com uma genial ideia, e pensando no desenvolvimento da querida Poxoréu, fundou o Posto Brilhante, na Rodovia MT-130 no perímetro urbano da cidade com a ajuda dos Deputados Federais Júlio José de Campos e Afro Stefani (saudoso). Após a inauguração do estabelecimento Comercial em um fatídico acidente na Rodovia – 364 faleceu, aos 39 anos deixando 7 filhos biológicos e 2 adotivos, 3 pequenos, entre ele Rogério Varanda. Uma data que jamais será esquecida por seus entes queridos e amigos.

Da Assessoria

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Planejamento da granja e vazio sanitário são fundamentais para fortalecer a sanidade na suinocultura, destaca especialista da Embrapa 

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O planejamento adequado das instalações, a produção em lotes e a adoção do vazio sanitário foram os principais temas abordados pelo analista da Embrapa Suínos e Aves, Armando Lopes do Amaral, durante palestra no 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, evento realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat). O especialista destacou que a organização da granja é um dos pilares para manter elevados padrões de sanidade e garantir melhores índices produtivos.

Segundo Amaral, uma granja bem planejada permite fortalecer a biosseguridade, conjunto de medidas voltadas para impedir a entrada de agentes infecciosos e reduzir a circulação de doenças dentro da propriedade.

“A instalação é a base de um bom programa sanitário. O ideal é que a granja seja cercada, bem isolada, com controle rigoroso da entrada de pessoas e que as diferentes fases de produção sejam organizadas em salas específicas. Além disso, é importante manter animais da mesma idade juntos, evitando que animais mais velhos transmitam doenças aos mais jovens”, explicou.

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O pesquisador ressaltou que o Brasil já possui um elevado padrão sanitário na produção de suínos, reconhecido internacionalmente, mas alertou que esse resultado exige vigilância constante.

“Chegar a um bom nível sanitário é importante, mas mantê-lo e buscar melhorias contínuas é ainda mais desafiador. Animais saudáveis apresentam melhor desempenho, maior ganho de peso e melhores resultados econômicos para o produtor”, afirmou.

Embora reconheça que muitas granjas mais antigas enfrentam limitações estruturais e altos custos para adequações completas, Amaral destacou que é possível adotar medidas de manejo capazes de reduzir significativamente os riscos sanitários.

Entre elas está a produção em lotes, organizando grupos de matrizes e leitões para que permaneçam juntos durante cada fase produtiva, respeitando o sistema “todos dentro, todos fora”. Essa estratégia facilita a realização do vazio sanitário entre os lotes, permitindo a limpeza, desinfecção e quebra do ciclo de transmissão de agentes causadores de doenças.

“Nem sempre é possível construir novas instalações imediatamente. Mas, mesmo em estruturas existentes, o produtor pode organizar os animais em lotes, manter grupos da mesma idade nas mesmas salas e realizar o vazio sanitário sempre que possível. São medidas que contribuem muito para preservar a sanidade do rebanho”, concluiu o especialista.

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Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, levar especialistas da Embrapa ao simpósio reforça o compromisso da entidade com a difusão de conhecimento técnico que contribua para o fortalecimento da suinocultura mato-grossense.

“A sanidade é um dos maiores patrimônios da suinocultura brasileira e precisa ser preservada diariamente dentro das granjas. Trazer esse debate para o Simpósio permite que nossos produtores tenham acesso às melhores práticas e entendam que, muitas vezes, melhorias no manejo, no planejamento da produção em lotes e no cumprimento do vazio sanitário geram ganhos expressivos em produtividade e competitividade. A Acrismat trabalha justamente para aproximar o produtor dessas informações e fortalecer cada vez mais a cadeia produtiva em Mato Grosso”, afirmou Frederico Tannure Filho.

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