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Mato-grossense Sub-15 e 17 será em outubro; Sport Sinop, Luverdense e Nova Mutum confirmados

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A Federação Mato-grossense de Futebol divulgou, há pouco, os regulamentos e as tabelas básicas do Campeonato Mato-grossense das categorias Sub-15 e Sub-17. As duas competições terão início nos dias 8 ou 9 de outubro. 

Na categoria Sub-15, 16 clubes estarão na disputa pelo título da categoria. Na 1ª fase, as equipes serão divididas de forma igual em quatro grupos, se enfrentando entre si, em jogos de ida e volta. As semifinais serão compostas pelos campeões de cada grupo, se enfrentam em jogos de ida e volta. As finais também serão definidas em dois jogos. 

O grupo A está o Luverdense, Nova Mutum, Sorriso e Sports. No grupo B está Araguaia, Cuiabá, Operário F.C e Operário de Várzea Grande. No grupo C estão Cáceres, Cacerense, Campo Novo e Poconé. No grupo D, está Academia, Ação, Mixto e Primavera.  

Na categoria Sub-17, 15 clubes estarão na disputa pelo título da competição. Assim como no Sub-15, as equipes na 1ª fase, serão divididos em quatro grupos, se enfrentando entre si, em jogos de ida e volta. As semifinais serão compostas pelos campeões de cada grupo, se enfrentam em jogos de ida e volta. As finais também serão definidas em dois jogos. 

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O grupo A está o Luverdense, Nova Mutum, Sorriso e Sports. No grupo B está Araguaia, Cuiabá, Operário F.C e Operário de Várzea Grande. No grupo C estão Cáceres, Cacerense, Campo Novo e Poconé. No grupo D, está Academia, Ação, Mixto.   

Redação Só Notícias (foto: assessoria)

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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