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MEUMT: Nova Mutum vence concurso e leva maior premiação de educação

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Em um evento de reconhecimento educacional, sete escolas de Nova Mutum foram destacadas pela conquista de excelentes resultados no indicador de avaliação. Como resultado, o município receberá a maior premiação entre todos os participantes, totalizando R$ 826.2 mil. O prêmio, chamado Educa Mais MT, é direcionado a instituições de ensino que oferecem o 2º ano do Ensino Fundamental, com estudantes devidamente matriculados e que tenham sido avaliados pelo Sistema de Avaliação Educacional do Estado de Mato Grosso (AvaliaMT), através da Avaliação Somativa.

Dentre as escolas premiadas, o Centro Educacional Cecília Meireles conquistou a 5ª colocação e receberá R$ 109 mil. A Escola 15 de Outubro ficou em 10º lugar, garantindo um prêmio de R$ 175 mil. Já a 4 de Julho obteve a 14ª posição, sendo agraciada com R$ 147 mil. A Escola Professora Lúcia Faccio Tasca conquistou o 17º lugar e receberá R$ 56 mil. A Cora Coralina alcançou o 26º lugar, garantindo uma premiação de R$ 124 mil. A Escola São José ficou em 48º lugar, com um prêmio de R$ 11 mil. Por fim, a Carlos Drummond de Andrade, que obteve a 50ª colocação, receberá o maior montante financeiro, totalizando R$ 201 mil.

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“É com imensa satisfação que recebemos esse prêmio, fruto de uma iniciativa do governo e da Secretaria de Educação”, comentou o prefeito de Nova Mutum Leandro Felix Pereira.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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