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Ministério do Desenvolvimento Regional diz “não ter interesse” em troca de VLT por BRT

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), que foi responsável pelo financiamento das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), afirmou em nota técnica enviada à Procuradoria-Regional da União (PRU) que “não tem interesse” em discutir punições ao Consórcio VLT por conta de atrasos na obra para a Copa do Mundo de 2014.

A defesa do Consórcio VLT conseguiu reverter a determinação do governo de declarar como inidônea a empresa por meio de procedimento administrativo disciplinar. O processo, que segue em sigilo, foi remetido ao Ministério de Desenvolvimento Regional para eventuais manifestações e a reportagem do Olhar Direto teve acesso a todo documento.

Segundo nota técnica da Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano a União e a Caixa Econômica Federal (CEF) foram apresentados como parte no processo apenas porque o financiamento inicial para a construção do modal foi feito recursos federais. No entanto, depois que o governo quitou o contrato com a Caixa em dezembro de 2021, a relação foi extinta.

“Destaca-se que a relação que o MDR tinha com o VLT era a existência do contrato de financiamento da obra nº 0364.021-34/12, que foi liquidado financeiramente ao final de 2021 pelo Governo do Estado do Mato Grosso junto à Caixa Econômica Federal”, diz trecho da nota técnica. “Assim, considerando tais fatos informa-se que o Departamento de Projetos de Mobilidade e Serviços Urbanos, não têm interesse na lide.”, completa o documento.

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Documentos do MDR indicam também que o órgão não tem interesse em recorrer da decisão da Justiça Federal que retirou a aplicação de penalidade inidoneidade do Consórcio VLT e da empresa. Segundo o Ministério, a punição e proibição de licitar com o poder público por dois anos foi uma decisão que vigorou apenas no âmbito estadual.

FONTE/ REPOST: LÁZARO THOR BORGES – OLHAR DIRETO 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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