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Nilze Carvalho (RJ) é destaque na 4ª Edição do Festival Mato-grossense de Choro em Cuiabá

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A cantora, compositora e multi-instrumentista Nilze Carvalho é uma das convidadas que abrilhantará ainda mais a 4ª Edição do Festival Mato-grossense de Choro, realizado no Sesc Arsenal, em Cuiabá. Reconhecida por sua habilidade no bandolim e cavaquinho, além de sua voz marcante, Nilze sob ao palco do Jardim do Arsenal na noite de sábado (14). Para os dias do evento, a doação de 1kg de alimento não perecível é voluntária. Os alimentos serão destinados ao programa Sesc Mesa Brasil.
A 4ª Edição do Festival Mato-grossense de Choro será realizada nos dias 13, 14, 15 e 17 de setembro, a partir das 18 horas, com exceção de domingo, quando a música começa às 17h40, no Sesc Arsenal, em Cuiabá.
Nilze começou cedo sua carreira. Com seis anos, já se apresentava em programas de rádio e televisão e, aos 12 anos, lançou seu primeiro disco “Choro de Menina”, como bandolinista. Ao todo foram quatro volumes com o mesmo nome, sendo que no primeiro e no quarto, Nilze teve o acompanhamento do conjunto Época de Ouro.
Aos 15 anos, a cantora deu início às turnês internacionais, se apresentando em países como Austrália, China, Japão, Argentina, Estados Unidos, Holanda e Itália. De volta ao Brasil, e, 2000, fundou com seus colegas de faculdade o grupo “Sururu na Roda”, eleito o Melhor Grupo de Samba no “Prêmio da Música Brasileira 2014”.
Nilze já lançou os seguintes álbuns “Estava faltando você” (2002); “O que é meu” (2010); “Verde Amarelo Negro Anil”, em 2015, pelo qual foi indicada ao Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de Samba; e este ano lançou “Nos Combates da Vida”, com participações de João Bosco e Teresa Cristina.
Para entrar no clima do Festival Mato-grossense de Choro, uma playlist especial foi criada. Clique aqui para ouvir:
Confira abaixo a programação completa:
 
Dia 13 – Sexta-feira
13h30 – Oficina: Masterclass de “Violão de 7 cordas no Choro” com Rogério Caetano – link para inscrição: https://forms.office.com/r/QkRyrDi8aW
18h – Apresentação: Choros e Serestas (MT)
20h – Apresentação: Choro na Rua (RJ)
Dia 14 – Sábado
09h – Oficina de Música – Masterclass de “Interpretação no Choro” com Silvério Pontes – link para inscrição https://forms.office.com/r/Mgpa42fG7Q
18h30 – Apresentação: Encontro das Mulheres do Choro Mato-grossense (MT)
20h15 – Apresentação: Nilze Carvalho (RJ)
Dia 15 – Domingo
17h40 – Orquestra Cuiabana de Choro (MT)
19h30 – Reco do Bandolim & Choro Livre (DF)
Dia 17 – Terça-feira
18h – Roda de Choro
SERVIÇO:
4º Festival Mato-grossense de Choro
Local: Sesc Arsenal
Quando: dias 13, 14, 15 e 17 de setembro
Desde já, agradeço!
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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