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Mostra de Dança de Mato Grosso traz cursos, filmes, apresentações e show de Carlinhos de Jesus

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Com o fomento do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a Mostra de Dança de Mato Grosso celebra seus 16 anos com uma extensa programação, que inclui capacitações, filmes, apresentações e show especial de Carlinhos de Jesus. A agenda começa neste fim de semana (15 a 17.09) com oficinas e mostra de videodança gratuitas.

“É um evento artístico tradicional que ficamos satisfeitos em contribuir para sua realização. Além de valorizar a produção cultural de Mato Grosso, a Mostra traz oportunidades para a população conhecer e se encantar com essa bela expressão artística, que é a dança”, destaca o secretário da Secel, Jefferson Carvalho Neves.

Nos dias 15, 16 e 17 de setembro, às 9h e às 15h, serão ofertadas as oficinas de Composição Coreográfica e de Videodança Corpo e Tecnologia, respectivamente. Ambas capacitações terão a participação especial da bailarina e diretora especialista em Experimentação Cênica Denise Matta. Inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo instagram @cidartaoficial.

Na sexta-feira (15.09), às 19h30, têm início a Mostra de Videodança de Mato Grosso, com exibição de obras artísticas do Brasil e exterior. Dentre os trabalhos exibidos estarão Bordant Le Quai, da brasileira Andrea Barbour, e Can you cry underwater, de Cora Gasparotti (Itália).

No sábado (16.09), também às 19h30, a Mostra exibe obras com recortes identitários, trazendo títulos que exaltam o protagonismo negro, LGTQIAPN+, de mulheres, imigrantes e Pessoas com Deficiência.

As atividades são livres para todos os públicos e, após as sessões, haverá bate-papo sobre assuntos pertinentes às produções.

Uma das idealizadoras, Maria Hercília Panosso destaca que a Mostra de Dança de Mato Grosso é um evento tradicional do calendário estadual, que se renova ano a ano.

“Como agora, que abrimos diálogo com outras linguagens artísticas, como o audiovisual e as artes visuais. É uma prática que soma muito ao processo criativo. Também fazemos a ponte entre artistas que atuam em Mato Grosso e expoentes da dança no Brasil, que podem desfrutar dos intercâmbios. Um aprende com o outro”.

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A seu lado na realização da Mostra está o diretor geral e artístico Kelson Panosso. Para ele, “a mostra tem sido essencial às discussões no âmbito da cadeia produtiva da dança e políticas públicas e da importância da democratização do acesso a atividades artísticas”.

Mais sobre a programação

No dia 28 outubro, às 16h, a programação da Mostra de Dança será retomada com palestra e bate-papo sobre o break, break olímpico e break pedagógico, capitaneada pelo artista Wesley Dubreak. Depois, às 19h, haverá o show especial de Carlinhos de Jesus & Partner, com convidados de Mato Grosso, no Parque das Águas.

No dia 29 de outubro, às 10h, o jurado do Dança dos Famosos ministra oficina de samba no pé e gafieira para iniciantes. E às 19h, também no Parque das Águas, ocorrem apresentações de dança dedicadas à comemoração dos 50 anos do hip hop na história da arte e 40 anos no Brasil.

Já no dia 20 de novembro será aberta uma exposição de artes visuais coletiva e temática da história da Mostra de Dança de Mato Grosso, que ficará por um mês em cartaz no Palco Cultural Goiabeiras.

O encerramento da programação ocorre em dezembro com mostra de dança de artistas convidados, no dia 6, e apresentação de artistas mato-grossenses e convidados, que encenam o clássico Cinderela, nos dias 7 e 8. Os espetáculos ocorrem às 19h30, no Teatro Zulmira Canavarros, com ingressos solidários (2 kg de alimentos não-perecíveis).

Todas as outras atividades da Mostra de Dança são gratuitas. Para mais informação sobre inscrições para as oficinas, os contatos podem ser feitos por telefones (65 99943-7748 | 65 99283-4685) ou pelo instagram @cidartaoficial.

A Mostra de Dança de Mato Grosso é uma realização da Companhia das Artes e Associados (Cidarta) com fomento do Governo de Mato Grosso via Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), além do apoio cultural do Goiabeiras Shopping, Superintendência Integração, Cidadania e Cultura da ALMT (Assembleia Social).

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Serviço:
XVI Mostra de Dança de Mato Grosso

15, 16 e 17 de setembro, no Palco Cultural do Goiabeiras
9h – Oficina de Composição Coreográfica
15h – Oficina de Videodança – Corpo e Tecnologia

15 de setembro, no Palco Cultural do Goiabeiras
19h30 – Exibição de obras artísticas do Brasil e exterior
Bate-papo após exibição
Livre para todos os públicos

16 de setembro, no Palco Cultural do Goiabeiras
19h30 – Exibição de obras com recortes identitários
Bate-papo após exibição
Livre para todos os públicos

28 de outubro, Palco Cultural Goiabeiras
16h – palestra e bate-papo sobre o break, break olímpico e break pedagógico com Wesley Dubreak

28 de outubro, Parque das Águas
19h – Show Carlinhos de Jesus & Partner, além de artistas mato-grossenses

29 de outubro, Palco Cultural Goiabeiras Shopping
10h – Oficina com Carlinhos de Jesus de samba no pé e gafieira [iniciante]

29 de outubro, Parque das Águas
19h – Espetáculo em Comemoração aos 50 anos do Hip Hop

20 de novembro a 20 de dezembro, no Palco Cultural Goiabeiras
De segunda a sexta-feira, das 13h às 19h30 e sábado das 10h às 15h – Mostra de artes visuais coletiva e temática da Mostra de Dança de Mato Grosso

06 de dezembro, Teatro Zulmira Canavarros
19h30 – Espetáculo Mostra de Dança com artistas convidados e grupos de Mato Grosso

07 e 08 de dezembro, Teatro Zulmira Canavarros – Ingresso solidário
19h30 – Espetáculo Bodas de Cinderela

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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