MATO GROSSO
Motociclista morre ao bater em poste ao “rampar” quebra-molas
MATO GROSSO
O motociclista Carlos Alberto Neves
Conforme a Polícia Civil, o acidente aconteceu no Centro da Cidade, em frente ao 13° Batalhão da Polícia Militar. O caso foi registrado como “queda acidental”.
Segundo uma testemunha, Carlos estava em alta velocidade e não teria visto o quebra-molas que estava a sua frente. Depois de passar pelo obstáculo ele perdeu o controle do veículo e bateu de frente ao poste do canteiro da avenida.
O Corpo de Bombeiros o encaminhou em estado grave para o Hospital São Lucas, mas ele morreu logo após dar entrada na unidade.
De acordo com a imprensa local, devido ao impacto ele teria dado entrada no hospital com o pescoço quebrado.
O corpo de Carlos foi velado na Igreja Assembleia de Deus de Perus, no bairro Parque das Araras.
A Polícia Civil acompanha o caso.
FONTE/ REPOST: LIZ BRUNETTO – MÍDIA NEWS
MATO GROSSO
TJMT concede essencialidade de maquinários agrícolas mesmo após término do período de blindagem
A Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, através de julgamento unanime, decidiu que a proteção de bens essenciais à atividade rural pode subsistir, mesmo após o término do chamado stay period — período de suspensão das ações e atos de expropriação previsto na Lei de Recuperação Judicial.
O julgamento ocorreu no âmbito de um agravo de instrumento envolvendo empresa Martelli Agroindustrial, em recuperação judicial com dívidas declaradas de R$ 244 milhões, e tratou da possibilidade de constrição de maquinários agrícolas indispensáveis à produção da safra 2025/2026.
Ao reformar decisão de primeiro grau, o TJMT reconheceu que o encerramento do stay period não retira automaticamente a competência do juízo da recuperação judicial para analisar a essencialidade dos bens e decidir sobre medidas constritivas.
Na prática, o Tribunal entendeu que a competência do juízo recuperacional permanece até o encerramento formal do processo e os bens essenciais à atividade econômica não podem ser retirados quando isso comprometer a continuidade da atividade.
A decisão também suspendeu medidas de busca e apreensão sobre tratores, colheitadeiras, plantadeiras e outros equipamentos considerados fundamentais para a manutenção da produção agrícola.
O processo foi conduzido pela banca de advogados do Grupo ERS, que analisam a medida como “um avanço no entendimento que a análise da essencialidade dos bens deve priorizar a preservação da atividade econômica e ainda, reforça o papel da Assembleia Geral de Credores como espaço para deliberação sobre medidas que impactam diretamente o sucesso da recuperação”, explica a advogada, Ranielly Chagas.
Além disso, o entendimento sinaliza que medidas de execução individual devem ser analisadas com cautela quando houver risco de inviabilizar a atividade produtiva, mesmo em situações envolvendo créditos extraconcursais.
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