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Motociclista morre ao bater em poste ao “rampar” quebra-molas

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O motociclista Carlos Alberto Neves dos Santos, de 30 anos, morreu na noite de domingo (20) após bater a moto que pilotava contra um poste em Lucas do Rio Verde (a 353 quilômetros de Cuiabá).

Conforme a Polícia Civil, o acidente aconteceu no Centro da Cidade, em frente ao 13° Batalhão da Polícia Militar. O caso foi registrado como “queda acidental”.

Segundo uma testemunha, Carlos estava em alta velocidade e não teria visto o quebra-molas que estava a sua frente. Depois de passar pelo obstáculo ele perdeu o controle do veículo e bateu de frente ao poste do canteiro da avenida.

O Corpo de Bombeiros o encaminhou em estado grave para o Hospital São Lucas, mas ele morreu logo após dar entrada na unidade.

De acordo com a imprensa local, devido ao impacto ele teria dado entrada no hospital com o pescoço quebrado.

O corpo de Carlos foi velado na Igreja Assembleia de Deus de Perus, no bairro Parque das Araras.

A Polícia Civil acompanha o caso.

FONTE/ REPOST: LIZ BRUNETTO – MÍDIA NEWS 

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TJMT concede essencialidade de maquinários agrícolas mesmo após término do período de blindagem 

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A Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, através de julgamento unanime, decidiu que a proteção de bens essenciais à atividade rural pode subsistir, mesmo após o término do chamado stay period — período de suspensão das ações e atos de expropriação previsto na Lei de Recuperação Judicial.

O julgamento ocorreu no âmbito de um agravo de instrumento envolvendo empresa Martelli Agroindustrial, em recuperação judicial com dívidas declaradas de R$ 244 milhões, e tratou da possibilidade de constrição de maquinários agrícolas indispensáveis à produção da safra 2025/2026.

Ao reformar decisão de primeiro grau, o TJMT reconheceu que o encerramento do stay period não retira automaticamente a competência do juízo da recuperação judicial para analisar a essencialidade dos bens e decidir sobre medidas constritivas.

Na prática, o Tribunal entendeu que a competência do juízo recuperacional permanece até o encerramento formal do processo e os bens essenciais à atividade econômica não podem ser retirados quando isso comprometer a continuidade da atividade.

A decisão também suspendeu medidas de busca e apreensão sobre tratores, colheitadeiras, plantadeiras e outros equipamentos considerados fundamentais para a manutenção da produção agrícola.

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O processo foi conduzido pela banca de advogados do Grupo ERS, que analisam a medida como “um avanço no entendimento que a análise da essencialidade dos bens deve priorizar a preservação da atividade econômica e ainda, reforça o papel da Assembleia Geral de Credores como espaço para deliberação sobre medidas que impactam diretamente o sucesso da recuperação”, explica a advogada, Ranielly Chagas.

Além disso, o entendimento sinaliza que medidas de execução individual devem ser analisadas com cautela quando houver risco de inviabilizar a atividade produtiva, mesmo em situações envolvendo créditos extraconcursais.

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