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Motorista se apresenta, cita erro e diz que fugiu por temer agressão

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O motorista Márcio de Oliveira Ferreira, de 36 anos, que atropelou a vendedora de espetinho Janemara Pereira de Almeida, no sábado (13), em uma praça no Bairro Pedra 90, se apresentou nesta terça-feira (16), na Delegacia de Delitos de Trânsito.

Conforme o delegado Vinícius de Assis Nazário, o homem afirmou que o atropelamento aconteceu porque confundiu os pedais do carro automático e que fugiu por medo de ser agredido. Ele ainda negou ter ingerido bebida alcoólica no dia.

“O que ele justificou é que no momento que chegou na praça do [Bairro] Pedra 90, acabou colidindo o carro dele em um [Toyota] Corolla que estava estacionado. Nesse momento, ele e o motorista do Corolla começaram a discutir”, disse Vinícius em entrevista ao programa SBT Comunidade

“No calor da discussão, para evitar que houvesse alguma coisa a mais, ele foi sair do local. Quando foi sair, pelo veículo ser automático, acabou confundindo o freio com o acelerador e teria arrancado bruscamente em marcha ré”, acrescentou.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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