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Movimento Maio Amarelo 2023 alcança mais de 15 mil pessoas em todo Estado

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O Movimento Maio Amarelo 2023 em Mato Grosso alcançou mais de 15 mil pessoas nas diversas ações realizadas ao longo do mês de maio. Somente em Cuiabá e Várzea Grande foram 8.265 atendimentos por meio de palestras, Pit Stop Educativo, ação “Amigo da Rodada”, orientações, entre outras ações.

Foram realizadas palestras em empresas, com foco em seus colaboradores, levando orientações sobre normas e condutas seguras no trânsito, riscos de ingestão de bebida alcoólica e direção e principais causas e consequências dos sinistros de trânsito.

Condutores, motociclistas e pedestres que circularam por avenidas de Cuiabá e Várzea Grande também receberam orientações sobre os cuidados no trânsito, como dirigir com prudência, atravessar na faixa de pedestre, respeitar a sinalização e semáforos nos Pit Stop Educativos, realizado pelo Detran com apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar.

Na ação “Amigo da Rodada”, equipes do Detran, Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, Sistema Socioeducativo, Corpo de Bombeiros e demais forças de segurança percorreram bares de Cuiabá e Várzea Grande abordando as pessoas nos estabelecimentos na intenção de sensibilizar sobre os perigos da associação de bebida alcoólica e direção. As pessoas tiveram a oportunidade de fazer o teste do etilômetro e receberam orientações quanto às implicações legais àqueles que dirigem após o consumo de bebidas alcoólicas.

Também foram realizados diversos atendimentos a cidadãos em parceria com o Sest Senat, no Terminal Rodoviário de Cuiabá e em empresas de transporte de cargas.

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Foi realizado ainda um circuito de palestras, de forma simultânea, na Escola Estadual Liceu Cuiabano, em Cuiabá, por equipes do Detran, da coordenadoria de Ações Educativas, da Escola Pública de Trânsito, da Fiscalização; do Corpo de Bombeiros; Batalhão de Trânsito da Polícia Militar; Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT); e Sistema Socioeducativo.

Entre os assuntos abordados estiveram: percepção de riscos no trânsito, normas de circulação e conduta, fatores de riscos que causam acidentes de trânsito, importância da sinalização de trânsito e de atravessar na faixa de pedestre, uso do cinto de segurança, riscos de ingerir bebida alcoólica e dirigir, de conduzir veículo sem possuir CNH, entre outros temas importantes para a construção de um trânsito mais seguro.

“O Movimento Maio Amarelo 2023 em Mato Grosso teve como maior objetivo colocar como pauta o tema segurança viária, chamando a atenção de todos os cidadãos e mobilizando a sociedade por meio de diversos segmentos para o engajamento nas ações e, desta forma, propagando a informação sobre a temática Educação para o Trânsito, tendo toda a amplitude que o tema merece”, destacou a coordenadora de Ações Educativas do Detran-MT, Gresiella Almeida.

Segundo a coordenadora, a intenção foi que pessoas de todos perfis no trânsito (pedestre, passageiro, ciclista, motociclista e condutores de forma geral) observassem seu comportamento nas vias e despertasse o senso crítico para assim evitar mais sinistros de trânsito.

“Importante destacar também que as ações do movimento Maio Amarelo 2023 vieram ao encontro do que norteia o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS). Muitas parcerias com instituições de cunho privado foram seladas conforme prevê o plano, o qual enfatiza que o poder coletivo global de organizações públicas e privadas devem adotar práticas de segurança no trânsito obtendo, desta maneira, a responsabilidade compartilhada, mitigando ações que impactam diretamente na conduta no trânsito”, enfatizou Gresiella.

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Interior do Estado

No interior do Estado, foram realizadas 45 ações e 6.974 pessoas foram atendidas pelo movimento Maio Amarelo nos municípios de Cáceres, Alta Floresta, Tangará da Serra, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop, Juína, Guarantã do Norte, Peixoto de Azevedo, Nobres, Campo Verde, Rondonópolis, Primavera do Leste, Diamantino e São Félix do Araguaia.

As Ciretrans, com apoio da Polícia Militar das localidades, realizaram diversas palestras educativas em empresas, Pit Stop orientativo nas principais avenidas das cidades e também a ação educativa “Amigo da Rodada” em bares e restaurantes das cidades, levando informações na intenção de chamar a atenção da sociedade sobre a importância do cuidado e atenção no trânsito para a redução de sinistros.

“Este ano estivemos em muitas ações conjuntas com as forças de segurança e dando apoio às Ciretrans no interior. O resultado foi muito satisfatório e ainda continuará durante todo o ano de 2023, na realização de ações que gerem resultados efetivos em prol de um trânsito mais seguro”, finalizou Gresiella Almeida.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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