MATO GROSSO
MT apresenta em evento no Paraná ações desenvolvidas nas escolas na área de tecnologia
MATO GROSSO
O evento conta com a participação de secretários estaduais de Educação, equipes técnicas dos estados e representantes do Ministério da Educação (MEC).
O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, um dos líderes do GT ao lado dos secretários de Educação Hélvia Paranaguá (DF) e Roni Miranda (PR), destacou que o encontro presencial fortalece uma discussão que já vinha ocorrendo online entre os secretários e suas equipes.
“O assunto já faz parte do cotidiano escolar, e nossas experiências em sala de aula mostram que a tecnologia fornece acesso instantâneo à informação, além de ser uma ferramenta importante para o ensino-aprendizagem. Isso proporciona experiências significativas aos estudantes e professores”, afirmou.
Recursos como conectividade, plataformas digitais e Chromebooks para estudantes foram apontados como ferramentas transformadoras na rotina dos professores, que se tornaram mediadores de informações e formadores de cidadãos.
Alan Porto ressaltou, ainda, vantagens como auxílio ao professor no manuseio de conteúdos, aulas mais atraentes e a facilitação da aprendizagem através da interação.
“Para garantir essas ações, Mato Grosso adotou medidas como planejamento estratégico, investimento financeiro adequado, capacitação e desenvolvimento profissional contínuo para professores e gestores escolares, além de programas de inclusão digital, monitoramento e avaliação”, explicou Alan, destacando os seis pilares que norteiam esse trabalho: “Impacto Educacional, Equidade e Diversidade, Tecnologia e Educação, Valorização Profissional, Gestão de Resultados e Infraestrutura”, disse.
O secretário também pontuou que, nesse universo tecnológico, é preciso continuar dando atenção plena ao que é dito pela comunidade escolar, além de ser compreensivo com as limitações e particularidades de cada estudante.
Entre as ações destacadas na mesa de Competências Digitais, Alan citou a compra de 180 mil Chromebooks e 10.250 Smart TVs para equipar as escolas estaduais. Segundo ele, os investimentos também incluem implantação de conectividade, robótica educacional, laboratórios 4.0 e a filosofia STEAM.
Ainda no âmbito da infraestrutura da rede estadual, Alan informou que a Seduc já atendeu 17.915 professores com notebooks e planos de internet, adquiriu 1.361 computadores para as gestões escolares, entregou 103 mil chips com acesso à internet móvel a estudantes, além de 30.000 Chromebooks pelo projeto ETI@Digi. Anualmente, a Seduc investe R$ 30 milhões na contratação de internet de alta velocidade, garantindo 100% de conectividade nas 648 escolas da rede, com 500 kilobits por segundo por estudante via fibra ótica.
Por meio do Regime de Colaboração, a Seduc também atendeu 121 municípios com a entrega de 17.400 Chromebooks, 1.384 Smart TVs e 25.988 chips de internet móvel para 580 escolas. Os chips foram destinados, principalmente, a estudantes de baixa renda registrados no Cadastro Único, proporcionando acesso a recursos educacionais digitais fora da escola.
De acordo com Alan Porto, a Seduc está promovendo uma virada tecnológica na educação pública do estado e dos municípios. Ele destacou que o regime de colaboração é fortalecido. Além de todo aparato tecnológico para as escolas e estudantes de todas as redes, o Governo de Mato Grosso está investindo na formação de professores, tanto no aspecto das tecnologias educacionais quanto no pedagógico e nas competências socioemocionais.
Em sua avaliação final, o secretário disse que do GT sairão muitas contribuições para serem implantadas em todos os estados e no Distrito Federal. “Mato Grosso está aqui presente, contribuindo com as boas práticas que acontecem com o apoio do governador Mauro Mendes, do vice-governador Otaviano Pivetta, além de outros atores nas esferas pública e privada”, concluiu.
Em Mato Grosso, o uso de tecnologias em sala de aula faz parte de uma das 30 políticas educacionais do Plano EducAção 10 Anos, que objetiva colocar a rede estadual entre as mais bem avaliadas no país até 2032.
O GT de Tecnologia do Consed tem o apoio da Coalizão Educação Tec, formada pelo Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB), Fundação Lemann, Fundação Telefônica Vivo, Instituto Natura, Instituto Sonho Grande e MegaEdu. O BID também apoia a iniciativa. A Secretaria de Educação do Paraná cooperou com o Consed na promoção do encontro em Foz do Iguaçu.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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