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MT avança na gestão apropriada de resíduos sólidos, aponta relatório da Sema

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Mato Grosso está definindo novos padrões em gestão ambiental, com um avanço significativo na gestão de resíduos sólidos. Conforme dados do Relatório da Ação Governamental (RAG) da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema-MT), o Estado alcançou o índice de 66,59% na disposição correta de resíduos sólidos urbanos em aterros sanitários licenciados, ultrapassando as expectativas e fortalecendo seu compromisso com práticas ambientais responsáveis.

O gerente de Gestão de Resíduos Sólidos da Sema, Ricardo Carneiro, explicou que o avanço se deve em grande parte aos esforços na renovação e adequação dos processos de licenciamento ambiental. 
“A combinação de uma gestão eficaz e uma conscientização crescente sobre a importância de práticas ambientalmente adequadas reflete um avanço notável na gestão ambiental do nosso estado”, afirmou Carneiro.
Sessenta municípios alcançaram a conformidade completa em suas práticas de disposição de resíduos, beneficiando uma população total de 2.519.746 habitantes.
Esses resultados não apenas demonstram o compromisso dos municípios com a sustentabilidade, mas também a eficácia do licenciamento ambiental como ferramenta chave para garantir a conformidade e promover a preservação ambiental.
“Estes resultados positivos são um testemunho do trabalho árduo e da parceria entre gestores públicos e a comunidade, projetando Mato Grosso como um exemplo de responsabilidade ambiental”, concluiu Carneiro.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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