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“MT está caminhando a passos largos para ter uma saúde muito melhor”, afirma promotor de Justiça

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O promotor de Justiça Milton Mattos da Silveira Netto, da 7ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva da Saúde de Cuiabá, afirmou que Mato Grosso “está caminhando a passos largos para ter uma Saúde muito melhor”.

A declaração foi dada nesta quinta-feira (15.06), na VI Jornada de Direito da Saúde, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

“Parabenizo o governador Mauro Mendes. Eu acho que o Estado de Mato Grosso está caminhando a passos largos para ter uma saúde, um SUS [Sistema Único de Saúde], muito melhor do que existia anos atrás”, relatou.

Conforme o promotor, os investimentos feitos pelo Governo de Mato Grosso têm ajudado a resolver problemas estruturais na Saúde, fato que ajuda o Judiciário a resolver milhares de demandas.

“Em Mato Grosso, há um grande esforço na Saúde, com o Governo colocando dinheiro e acho que isso nunca existiu no estado de Mato Grosso. A nossa saúde está caminhando para frente”, registrou.

Entre os investimentos feitos pelo Governo do Estado estão as reformas e modernizações nos hospitais regionais e em todas as unidades estaduais de Saúde, além da construção de seis grandes hospitais: o Central e o Julio Muller, em Cuiabá, e os regionais de Alta Floresta, Confresa, Tangará da Serra e Juína.

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A prioridade dada pelo Governo do Estado à Saúde pública também foi destacada pela chefe da Defensoria Pública de Mato Grosso, Luziane Castro.

De acordo com ela, hoje o estado “se preocupa com a melhoria e o bem-estar das pessoas”.

“Foi instituída a Fila Zero de cirurgias e temos uma premiação aos municípios que mais vacinam. São ações que estão acontecendo no macro e que mudam a vida das pessoas que mais precisam. E não só isso. Porque quando falamos de saúde, não é só fila de hospital, são ações preventivas, com construção de parques, de espaços de lazer, preocupação com saúde mental, enfim, há muita coisa envolvida”, completou.

Fonte: Governo MT – MT

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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.

A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.

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No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.

Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.

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