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MT tem 31% de empregos a mais em relação a fevereiro de 2023, aponta Caged
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Em fevereiro de 2024, foram contratados 59.538 trabalhadores e desligados 52.109, gerando um saldo positivo de 7.429 novas vagas de emprego. No ano passado, o saldo de novos empregos nesse mesmo mês foi de 5.676 vagas. Já no acumulado de janeiro a fevereiro de 2023 foram 22.202.
Nos dois primeiros meses deste ano, foram abertos 24.568 novos postos de trabalho, o que representa um crescimento de 10,6% em relação ao primeiro bimestre de 2023.
Quase 60% dos novos postos de trabalho gerados em fevereiro foram gerados pelo setor de serviços (4.398), seguido pelo comércio (1.817), construção (1.481) e indústria (1.322).
Um dos diferenciais do mês de fevereiro foi a contratação de mais mulheres do que homens. Das 7.429 novas vagas, 4.181 foram preenchidas por mulheres e 3.250 por homens. Cerca de 64% dos novos empregos foram destinados aos trabalhadores com ensino médio completo e 59,5% foram preenchidos por menores aprendizes e jovens de 18 a 24 anos.
Também no mês de fevereiro, foram abertas 170 vagas de trabalho intermitente (onde não há o cumprimento de carga horária específica), 6 temporárias e 784 contratações de estrangeiros.
Para o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, Mato Grosso é um exemplo para o país na geração de emprego e renda, um dos maiores em crescimento econômico, em investimentos estatais, gerando confiança para que o empresariado também aporte recursos e expanda os negócios.
Ele destacou ainda que a economia de Mato Grosso cresceu 10,6% em 2023 num ritmo três vezes maior do que o Brasil (2,9%), conforme a Resenha Regional do Banco do Brasil. O PIB de Mato Grosso teve o segundo maior crescimento econômico do país, liderando o Centro-Oeste, atrás apenas do Tocantins, que registrou elevação de 11,1% no PIB.
“O estado tem investido em infraestrutura nas estradas, na primeira ferrovia estadual do país. O Governo tem atraído investimentos com política de incentivo fiscal sem burocracia, investido mais de 15% da receita em projetos estruturais, isso atrai o empresariado, por isso estamos numa situação de quase pleno emprego. O Estado tem políticas públicas para o desenvolvimento econômico e social. Toda essa combinação de fatores tem contribuído para que Mato Grosso se destaque como um dos estados que mais gera emprego no Brasil”, avaliou.
Fonte: Governo MT – MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0