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Mulher enganada não consegue bloquear contas de golpistas

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juíza Edleuza Zorgetti Monteiro da Silva, da Quinta Vara Cível de Cuiabá, negou um pedido de liminar feito por uma mulher que teria supostamente caído em um golpe pelo Instagram. Ela solicitava o bloqueio da conta bancária utilizada pelos golpistas em uma instituição financeira, mas a magistrada rejeitou o pedido e marcou uma audiência de conciliação entre as partes. 

A ação foi proposta por C.M.F.S, contra a Companhia Global de Soluções e Serviços de Pagamentos S.A, conhecida pelo sistema “Dotz” de pagamentos. Ela alegou que no último dia 13 de março viu um anúncio de venda de alguns eletrodomésticos no perfil do Instagram de um amigo. Por conhecer o homem, a quem se referiu como dono de uma índole inquestionável, por ser uma pessoa pública e honesta, entrou em contato e iniciou a negociação. 

Ela então fechou a compra de uma geladeira, um fogão, um televisor de 32 polegadas e uma lavadora de louça pelo valor de R$ 3.750. O vendedor disse que ela teria que realizar o pagamento para garantir a compra, pois haviam muitos interessados. Por conta do histórico de Franklin, fez a transferência, principalmente depois de visualizar que a conta bancária que receberia o dinheiro estava no nome do amigo. 

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Ficou acordado que ela receberia os utensílios naquele mesmo dia, no final da tarde. Após o pagamento, no entanto, o golpista parou de responder. No dia seguinte, a compradora conseguiu falar com Franklin, mas este afirmou que seu Instagram havia sido hackeado e que ele nunca publicou a venda de qualquer produto. Por conta disso, ela entrou com a ação pedindo o bloqueio da conta utilizada para receber a transferência. 

FONTE/ REPOST: LEONARDO HEITOR – FOLHA MAX 

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Acrismat solicita à Sefaz renovação de incentivo do ICMS para a suinocultura até 2032

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A Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) se reuniu nesta semana com a equipe da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para entregar um ofício solicitando a renovação, até 2032, da concessão de cumulatividade do crédito presumido do ICMS, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). O pedido abrange as operações próprias de saídas interestaduais de suínos vivos, em todas as finalidades. A vigência atual do benefício se encerra em 31 de dezembro de 2026.

A solicitação busca assegurar condições de competitividade à suinocultura mato-grossense, especialmente aos produtores independentes. No ofício, a Acrismat aponta que Mato Grosso registrou uma redução de aproximadamente 20 mil matrizes suínas nos últimos anos, cenário que reforça a necessidade de medidas voltadas à sustentabilidade econômica das propriedades e à permanência dos suinocultores na atividade.

Para subsidiar a demanda, a entidade encaminhou o estudo “Desenvolvimento da suinocultura em Mato Grosso: impactos da queda produtiva e alternativas de incentivo”, elaborado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

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“O crédito presumido favorece a comercialização de suínos vivos em outros estados e representa uma alternativa importante para o escoamento da produção que não é integralmente absorvida pelos frigoríficos instalados em Mato Grosso. A continuidade do instrumento contribui para a viabilidade da atividade e a preservação da capacidade produtiva estadual”, pontuou o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho.

O documento também destaca que as oscilações cíclicas do mercado afetam os custos de produção, a rentabilidade e a capacidade de investimento dos suinocultores. Nesse contexto, a renovação é defendida como uma medida para proporcionar maior segurança ao setor e manter condições de competitividade em relação aos produtores de outras unidades da Federação.

Além dos efeitos nas propriedades, a associação ressalta os reflexos da atividade na manutenção de empregos, na geração de renda e na movimentação da economia dos municípios. O pedido considera toda a cadeia produtiva e os serviços vinculados à criação de suínos.

Articulação institucional

O ofício informa que a mesma solicitação foi formalizada junto à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). A entidade também pediu apoio à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) para a demanda no Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat).

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A demanda conta com apoio do deputado estadual Dilmar Dal Bosco, do Fórum Agro MT e do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT).

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