MATO GROSSO
Município de Jauru recebe Mutirão da Cidadania, idealizado pela primeira-dama de MT, nesta terça-feira (30)
MATO GROSSO
O evento será realizado no Centro de Referência e Assistência Social (CRAS) da Família, localizado na rua da Agricultura, das 8 às 17 horas. Os serviços de cidadania e sociais que serão oferecidos aos moradores do município e região são: atendimentos pela equipe do Sistema Nacional de Emprego (Sine); orientação jurídica pelo Procon estadual; roda de conversa e palestras voltadas para a prevenção e o combate à violência doméstica; emissão de carteira do idoso; foto 3×4; plastificação de documentos e requerimento de segunda via de documentos pessoais.
Desde o dia 8 de maio, a equipe da Setasc tem visitado alguns municípios levando os serviços do Mutirão da Cidadania, como São Pedro da Cipa, Juscimeira, Dom Aquino, Sorriso e Tapurah. O próximo município a ser visitado será Conquista D’Oeste, no dia 1º de junho, primeira cidade a receber a ação no mês de junho. A agenda do mutirão terá continuidade durante todo o próximo mês nos municípios de Ponte Branca, Araguainha, São José do Povo, Santo Afonso, Tangará da Serra e Barra do Bugres. As datas serão divulgadas posteriormente.
Em março
Este ano, as ações do Mutirão da Cidadania, com o ônibus Lilás, tiveram início em março, sendo realizado em oito municípios da baixada cuiabana, atendendo cerca de cinco mil pessoas. Foram atendidos os municípios de Acorizal, Santo Antônio do Leverger, Jangada, Rosário Oeste, Nobres, Nossa Senhora do Livramento e Barão de Melgaço. Em Cuiabá foi realizado no Distrito do Coxipó do Ouro, Distrito de Nossa Senhora da Guia e no bairro Jardim Renascer.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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