MATO GROSSO
Municípios com melhores indicadores de vacinação são reconhecidos pelo Governo de MT; Confira os premiados
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A terceira fase do programa avaliou a performance de 18 imunizantes, sendo que o objetivo da premiação é reconhecer as boas práticas em imunização e ampliar a cobertura vacinal em Mato Grosso. O programa também possibilita a modernização da infraestrutura da rede municipal de saúde.
“Parabenizo os 23 municípios que atingiram suas metas. O caminho é buscar cada vez mais a eficiência e a entrega de resultado. Com isso, teremos um Mato Grosso melhor, com ótimas cidades e, consequentemente, com uma população com mais qualidade de vida. O estímulo financeiro que estamos dando é um exemplo de meritocracia e que todos os demais municípios se empenhem também para serem premiados, porque com os valores dos prêmios será possível modernizar as salas de vacina e demais estruturas voltadas para imunização”, disse o governador Mauro Mendes.
Para a avaliação do desempenho e premiação, os municípios foram divididos em três grupos: com até 10 mil habitantes, de 10.001 a 30 mil habitantes e a partir de 30.001 habitantes. Todas as categorias podem ter até 3 vencedores por selo, desde que seja atingida a meta.![]()
O secretário Estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, também parabenizou os municípios e destacou que os prêmios vão além de dinheiro.
“O Governo do estado reconhece o esforço dos municípios e aproveita o dia de hoje, que é uma festa, para premiar os 23 municípios que atenderam os requisitos específicos do programa. A população é a principal beneficiada com esses investimentos porque ela contará com uma infraestrutura moderna que facilitará o acesso aos serviços. Além disso, o aumento da cobertura vacinal contribuirá para mitigação das doenças imunopreveníveis”, acrescentou Gilberto.
Durante a cerimônia de premiação, o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, ressaltou a importância do trabalho conjunto entre estado e municípios em prol da população.
“Nenhum governo realizou tantas parcerias e convênios junto aos municípios para fazer chegar na ponta tantos investimentos na saúde, infraestrutura, segurança, iluminação pública, pavimentação, educação, entre outros. Tudo isso só é possível porque o governador Mauro Mendes faz um esforço gigantesco para poder garantir a capacidade de investimento tornando Mato Grosso o estado que mais investe no Brasil”, afirmou o gestor.![]()
O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado, Deosdete Cruz Junior, parabenizou a iniciativa do Governo do Estado e aproveitou a oportunidade para alertar os municípios que estão com baixa cobertura vacinal.
“Todos os premiados estão de parabéns. É isso que esperamos de agentes políticos com consciência, mas eu alerto que, além de vir aqui reconhecer a belíssima iniciativa do governo do estado, nós também viemos passar uma mensagem de que Ministério Público passará a adotar, num segundo momento, medidas enérgicas de cobranças, fiscalização e responsabilização para os municípios que não atingirem as metas. No programa Imuniza Mais MT vemos uma janela de oportunidade, não há justificativa para ter baixa cobertura vacinal”, pontuou o magistrado.![]()
As premiações
Na categoria bronze, foram premiados os municípios de Salto do Céu, Gaúcha do Norte, Novo São Joaquim, Juscimeira, Diamantino, Chapada dos Guimarães, Barra do Bugres, Rondonópolis e Várzea Grande.
Na modalidade prata, Tabaporã, Santa Carmem, Paranaíta, Primavera do Leste e Lucas do Rio Verde. Na categoria ouro, Santa Rita do Trivelato, Campos de Júlio, Ipiranga do Norte, Paranatinga, Tapurah e Campo Verde.
Já na categoria diamante, a mais desafiadora da premiação, foram contemplados os municípios de Planalto da Serra, Nova Brasilândia e União do Sul.
O município de Campo Verde arrematou o maior valor da premiação, R$ 500 mil pela categoria ouro por ter mais de 30 mil habitantes. A cidade é bicampeã na categoria, em 2022 arrematou o mesmo prêmio. Feliz com o resultado, o prefeito do munícipio, Alexandre Lopes, conta que para alcançar uma cobertura vacinal satisfatória foi necessário empenho de toda a equipe.
“Existe alguma dificuldade no entendimento da população sobre a importância da vacinação, mas para driblarmos essas barreiras criamos estratégias que facilitassem a compreensão da sociedade. Criamos contraturno, fizemos companhas extemporâneas e campanhas em outras localidades que não fossem as unidades de saúde. Tudo isso para encontrar nosso público e aumentar nossa cobertura vacinal”, lembra o gestor.
Já o município de Tabaporã recebeu o selo prata, embolsando R$70 mil. Satisfeito com o valor, o prefeito da cidade, Sirineu Moleta, atribui a conquista a sua equipe.
“A Secretaria Municipal de Saúde conseguiu articular e chamar a população para a imunização. Enfrentamos muitos desafios pela distância que estamos da capital, estamos há cerca de 700 mil quilômetros, mas eu luto pelo meu município e apesar de todos as dificuldades e estou feliz. Quero agradecer toda minha equipe e a nossa população que escutou o chamamento”, disse o gestor.
Em 2022, o município de Planalto da Serra, Natal Assis, foi premiado na categoria prata e trabalhou para aumentar a cobertura vacinal alcançando neste ano a categoria diamante, recebendo R$250 mil.
“Agradeço o governador Mauro Mendes que está sempre dando incentivo e a nossa equipe. Estou radiante porque evoluímos do ano passado para cá. Vamos comprar um carro para atender o setor de vacinação e ampliar a nossa sala, levando mais qualidade e saúde a população”, conta o prefeito.
Fonte: Governo MT – MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0