MATO GROSSO
Museu de História Natural oferece gratuitamente oficinas de fotografia, gastronomia, pintura e yoga
MATO GROSSO
“Esta iniciativa busca celebrar e ampliar a visão do papel e espaços ocupados pelas mulheres em nossa sociedade”, comenta Enir Silva, coordenadora do Museu.
As atividades são realizadas nos finais de semana pela manhã, na extensa área verde do espaço cultural, cercada por árvores nativas e pequenos animais silvestres. Para participar, é preciso fazer inscrições prévias pela internet.
As vagas para a oficina de fotografia criativa, que ocorre neste sábado (02.03) já estão preenchidas. Mas, para as atividades dos próximos fins de semana ainda têm vagas.
As inscrições são feitas via link disponibilizado na biografia do Instagram do Museu (@museuhistorianaturalmt – https://linktr.ee/mhnmt), e as vagas são abertas sempre nas quartas-feiras que antecedem às atividades.![]()
Exposição Vale dos Dinossauros
Este é o último final de semana para conferir a exposição Vale dos Dinossauros, no Museu de História Natural. A mostra conta com dez réplicas em tamanho real de dinossauros que viveram no planeta há 70 milhões de anos. Entre eles há o Tiranossauro Rex ou T-Rex, considerado um dos predadores mais imponentes da história dos dinossauros.
A atração tem entrada gratuita e fica aberta ao público até o próximo domingo (03.03).
O Museu de História Natural também mantém de forma permanente duas réplicas de esqueleto de dinossauros em tamanho real. Ambas ficam instaladas na área verde do espaço cultural, que está localizado às margens do rio Cuiabá.
Outras atrações gratuitas são as instalações do Homem do Holoceno, que recria cenas cotidianas dos povos pré-históricos em esculturas de argila, trilha sensorial e parquinho para as crianças.
Programação de oficinas do mês de março
09/03 – 9h às 11h – Celebração do Dia da Mulher (contação de história e oficina de chaveiro)
O Museu prepara uma manhã especial para todas as idades, com contação de histórias, homenagem às mulheres presentes e oficina de chaveiros personalizados. Instrutora Glizélda Borges.
Abertura das inscrições dia 06 de março às 17h: https://linktr.ee/mhnmt
16/03 – 9h às 11h – Cookie Saudável
A gastróloga Wanessa Rodrigues, do Raposa Vegana, irá mostrar de maneira divertida a fazer cookies saudáveis e criativos, explorando todos os passos, desde criar a massa até moldar incríveis dinossauros com ela.
Abertura das inscrições dia 13 de março às 17h: https://linktr.ee/mhnmt
23/03 – 9h às 11h – Celebrando o Dia da Água – Oficina de pintura em papel semente
Em comemoração ao Dia Mundial da Água, o Museu sediará atividades de conscientização sobre o uso responsável da água e saneamento, em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
Abertura das inscrições dia 20 de março às 17h: https://linktr.ee/mhnmt
30/03 – 8h às 9h – Yoga no Museu
Neste dia, será comemorado um ano de prática de Hatha Yoga, com Amanda Cristhie, no jardim do Museu. O Yoga oferece benefícios físicos, mentais e emocionais. E ambiente ao ar livre contribui para uma experiência única para quem busca bem-estar.
Abertura das inscrições dia 27 de março às 17h: https://linktr.ee/mhnmt
30/03 – 9h às 11h – Oficina Mandalando no Museu
Oficina de mandalas, conduzida pela psicóloga e arte terapeuta Patrícia Frazão. A atividade com mandalas promove benefícios terapêuticos como paz e relaxamento através da meditação ativa. A oficina será guiada de maneira livre e espontânea, permitindo que cada um crie a sua própria mandala.
Abertura das inscrições dia 27 de março às 17h: https://linktr.ee/mhnmt![]()
Serviço
O Museu de História Natural de Mato Grosso é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), que funciona em gestão compartilhada com o Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Instituto Ecoss).
Endereço: Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio), nº 2000, bairro Jardim Europa, Cuiabá/MT.
Funcionamento: Quarta a sábado, das 8h às 18h.
Entrada para visitar exposições de longa duração: R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia). Entrada gratuita aos domingos e feriados. Área verde, parquinho, café e atrações: gratuito.
Inscrições para oficinas: https://linktr.ee/mhnmt
Mais informações: Instagram @museuhistorianaturalmt
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.