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Museu de História Natural oferece oficinas de artes gratuitas aos sábados

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A programação de oficinas gratuitas do Museu de História Natural de Mato Grosso para este mês de agosto vai movimentar o jardim do espaço cultural, com pintura de mandalas, criação de caricaturas, colagem, fotografia, teatro folclore e prática de ioga. As atividades ocorrem sempre aos sábados e as inscrições são feitas online, pelas mídias sociais da instituição.

“Esta programação especial é inspirada no tema arte e movimento, e esperamos contar com a participação de todos. As oficinas foram cuidadosamente planejadas para proporcionar momentos de descontração, aprendizado e permitir a expressão artística dos participantes”, destaca a coordenadora do Museu, Enir Maria Silva.

As vagas são limitadas e as inscrições são liberadas sempre às 17h das quartas-feiras que antecedem aos eventos. Todas as oficinas ocorrem na área verde do Museu.

Entre os destaques da programação está a oficina de caricatura, com André Lemos. Ele é reconhecido pelo talento, rapidez e técnica, e pelo trabalho desenvolvido em programas de televisão. Além da oficina, ele também fará a caricatura de visitantes do museu neste sábado (05.08).

O Museu de História Natural de Mato Grosso é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) que funciona em gestão compartilhada com o Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Instituto Ecoss).

Programação de oficinas do mês de agosto

05/08 – Oficina de Mandala, com Patrícia Frazão
Nesta oficina, o participante terá oportunidade de criar sua própria mandala, mesmo sem experiência prévia. Além do aprendizado, a atividade propõe um momento terapêutico de relaxamento.
Horário: 9h às 11h
Abertura das inscrições dia 02/08 às 17h: https://linktr.ee/mhnmt

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05/08 – Oficina de Caricatura, com André Lemos
Atividade é para quem gosta de desenhar e deseja aprimorar as habilidades artísticas. O renomado caricaturista de TV, André Lemos, irá ensinar noções básicas da caricatura, passando pela teoria e a prática.
Horário: 9h às 11h
Abertura das inscrições dia 02/08 às 17h: https://linktr.ee/mhnmt

05/08 – Ação Caricatura Turista, com André Lemos
O visitante do Museu ganhará uma caricatura feita por André Lemos em troca de doação de produtos de limpeza (água sanitária, detergente, desinfetante, sabão em pó, entre outros). Os materiais serão doados para a Fundação Abrigo do Bom Jesus. Para participar, basta comparecer ao Museu no horário da atividade. As caricaturas serão realizadas por ordem de chegada, e haverá limitação no número de desenhos.
Horário: 13h às 17h

12/08 – Colagem Artística – cartão Pop Up, com Danilo Barreto
Na oficina, os participantes vão aprender a fazer um cartão pop up personalizado. Essa técnica combina beleza e conteúdo para criar um universo único, como uma verdadeira obra de engenharia em papel. Essa pode ser uma ótima opção de presente para alguém especial.
Horário: 9h às 11h
Abertura das inscrições dia 09/08 às 17h: https://linktr.ee/mhnmt

19/08- Oficina de Criatividade na Fotografia
No Dia Mundial da Fotografia teremos uma oficina onde iremos aprender a explorar os diversos aspectos da linguagem fotográfica, exercitando a técnica e soltando a criatividade. A oficina apresentará como a fotografia artística e suas formas de se expressar podem influenciar um clique, através de exercícios práticos.
Horário: 9h às 11h
Abertura das inscrições dia 16/08 às 17h: https://linktr.ee/mhnmt

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26/08 – Yoga No Museu, com Amanda Cristhie
Neste dia, o Museu oferece uma prática de Hatha Yoga, uma das modalidades focada no condicionamento físico, fortalecimento corporal e aumento da flexibilidade. Para a atividade, trazer um tapete de Yoga, toalha ou almofada.
Horário: 8h às 9h
Abertura das inscrições dia 23/08 às 17h: https://linktr.ee/mhnmt

26/08 – Folclore em Cena, com Daya Cruz
Nesta oficina, a proposta é usar a linguagem teatral para explorar as expressões corporais e recontar a famosa lenda de mato-grossense do ‘Minhocão do Pari’. Jogos e brincadeiras vão fazer parte da atividade, promovendo a socialização, criatividade e o reconhecimento das potencialidades das expressões corporais.
Horário: 9h às 11h
Abertura das inscrições dia 23/08 às 17h: https://linktr.ee/mhnmt

Serviço
Museu de História Natural de Mato Grosso

Endereço: Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio), nº 2000, bairro Jardim Europa, Cuiabá.
Funcionamento: Quarta a domingo, das 8h às 18h.
Entrada: R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia). Aos domingos, entrada é gratuita.
Mais informações: (65) 99686-7701 ou Instagram@ museuhistorianaturalmt

(Com informações da assessoria do Museu de História Natural)

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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