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Museus estaduais participam de evento nacional com programação gratuita ao público

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Os museus estaduais de História Natural e de Arte Sacra participam da 21ª Semana Nacional de Museus, entre os dias 15 e 21 de maio. A programação das instituições inclui visitas mediadas às exposições e oficinas. As inscrições para as atividades podem ser feitas online. Durante o período, a visitação aos espaços será gratuita ao público.

A Semana Nacional dos Museus é um evento anual realizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) para celebrar o Dia Internacional dos Museus (18 de maio). Nesta edição, o tema é ‘Museus, sustentabilidade e bem-estar’, com participação de 1100 museus e instituições culturais e educativas de todo país, incluindo sete museus em Mato Grosso, localizados nos municípios de Cuiabá, Alta Floresta, Cáceres e Campo Verde.

Inspirados no tema, os museus vinculados à Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) oferecem uma programação diferenciada para o público, com opções de atividades que integram arte e natureza. Entre elas, oficinas de boneco ecológico, arte japonesa, palestra sobre o ciclo da água, yoga, pintura, compostagem, cerâmica e exibição de filme.

Programação Semana Nacional dos Museus

Museu de Arte Sacra

17 a 21 de maio
9h às 17h – Visitação às exposições permanentes e temporárias

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19 de maio
10h às 12h e 14h às 16h – Oficina de Boneco Ecológico, com Anne Silva

20 de maio
9h às 17h – Feira de Cerâmica
10h às 12h – Oficina de Ikebana (Arte Japonesa de Arranjos Florais), com Kelly Deluqui
10h às 12h – Exibição do filme ‘O Lorax: em busca da trúfula perdida’ e cine debate
14h às 16h – Oficina de Experimentação de Modelagem de Cerâmica no Torno, com mestre Osmar Virgílio

21 de maio
9h às 17h – Feira de Cerâmica
9h às 10h – Oficina Desafio de performance no Torno, com mestre Osmar Virgílio
9h às 10h – Oficina de contação de histórias e sessão de autógrafos com a escritora Divanize Carbonieri

Inscrições para as oficinas: https://linktr.ee/masmt

Para as oficinas, o ingresso é um quilo de alimento não perecível, que será doado para projetos sociais.

Museu de História Natural de Mato Grosso

17 a 21 de maio
8h às 18h – Exposições permanentes e temporárias
8h, 10h, 14h e 16h – Visita mediada pela área verde do Museu e trilha ao rio Cuiabá

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18 de maio
9h às 11h – Palestra ‘O ciclo da água: os aquíferos e o Pantanal’ – sobre como funcionam e quais os tipos de aquíferos, a importância deles para a sociedade

19 de maio
15h30 às 17h30 – Oficina de compostagem e Minhocário – sobre compostagem doméstica urbana, incentivando mais pessoas a dar uma destinação adequada aos seus resíduos

20 de maio
8h às 9h – Yoga no Museu – aula gratuita de Hatha Yoga
9h às 11h – Oficina ‘Pintando as Árvores do Museu – Oficina de pintura em tela focada na percepção da natureza e suas nuances’
15h às 17h – Oficina ‘De onde vem a água dos rios? – sobre o ciclo das águas doces e preservação ambiental

21 de maio
9h às 17h – Feira de Cerâmica do Museu de Arte Sacra – participação do Museu de História Natural com peças confeccionadas por povos indígenas do Estado.

Inscrições para as oficinas: https://linktr.ee/mhnmt

Confira AQUI a programação completa da 21ª Semana Nacional de Museus

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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