MATO GROSSO
Na Folha de S. Paulo, Mauro Mendes lista benefícios sociais e ambientais da Ferrogrão
MATO GROSSO
Em artigo publicado nesta segunda-feira (05.06) no jornal Folha de S.Paulo, o governador Mauro Mendes defendeu a importância da implantação da Ferrogrão, que vai ligar a região de Lucas do Rio Verde (MT) a Miritituba (PA), e irá alavancar a logística do escoamento de grãos de Mato Grosso.
O projeto da ferrovia ainda está judicializado no Supremo Tribunal Federal (STF). Na última semana, o ministro Alexandre de Moraes autorizou os estudos e processos administrativos que podem viabilizar o modal.
Confira a íntegra do artigo:
O Brasil enfrenta inúmeros desafios na área de infraestrutura, desde grandes gargalos logísticos a regulações defasadas. Os desafios também permeiam as questões sociais e ambientais. Mas há um ponto fundamental que tanto poder público quanto setor produtivo devem encarar de frente: nossa incapacidade de tirar importantes projetos do papel. Os exemplos são quase infinitos em todo o Brasil, mas quero aqui tratar da Ferrogrão.
Trata-se de um investimento privado, desenvolvido e sugerido ao governo federal pelos produtores e pelas tradings de grãos, com a ideia central de criar uma alternativa ao porto de Santos (SP) e melhorar a logística da região centro-norte do país, com uma ferrovia de 1.072 km que ligará a região de Lucas do Rio Verde (MT) a Miritituba (PA).
Essa ferrovia ficaria responsável pelo escoamento de mais de 50% da exportação de grãos de Mato Grosso (22% de todo o grão exportado do Brasil), proporcionando uma redução de R$ 50 por tonelada no frete do escoamento de grãos produzidos no estado.
Os números deixam claro porque o Brasil precisa da Ferrogrão: R$ 21 bilhões em investimentos privados, geração de mais de 400 mil empregos diretos e indiretos e arrecadação de R$ 5 bilhões com a operação.
Os ganhos são inegáveis, com valor do frete despencando e competitividade elevada dos produtos brasileiros no exterior. Temos, portanto, um caminho para justamente atenuar o tão criticado “custo Brasil”.
Mas toda essa vantagem logística não será suficiente para colocar o projeto em marcha se outros aspectos não forem contemplados: o desenvolvimento sustentável do corredor da ferrovia e da BR-163, que andam paralelas em todo o seu traçado, de modo a se tornarem instrumento de combate ao desmatamento ilegal, bem como o respeito às comunidades indígenas e a redução da pobreza e desigualdade.
Nos últimos dois anos, tramita no Supremo Tribunal Federal um processo importante para o andamento do projeto. Esse tempo foi fundamental para gerar na corte um rico debate —jurídico, econômico e socioambiental— com manifestações de ONGs, governos e setor produtivo.
No dia 31 de maio, o STF autorizou estudo do projeto, que estava parado em razão de controvérsia sobre a regulação da faixa de domínio da BR-163 na sua área contígua ao Parque Nacional do Jamanxim. O ponto central é discutir se a faixa de domínio poderia ser definida por medida provisória ou somente por projeto de lei.
Em termos práticos, estamos falando de uma área que equivale a 0,054% do parque. Afinal, é por ali que passa a BR-163 e, nesse trecho do parque nacional, a Ferrogrão vai acompanhar a estrada de forma contígua. Para ser claro, é uma área de 466 hectares, que equivale ao que a floresta amazônica perde a cada quatro horas, segundo dados do Imazon. Mais: a Ferrogrão é a oportunidade de o Brasil fazer um projeto com a premissa do mais rigoroso controle dos impactos socioambientais.
Hoje é inconcebível imaginar que um projeto dessa magnitude não terá a adequação plena às questões sociais e ao meio ambiente. Essa é uma prioridade não só do poder público, mas de grandes investidores, que colocam o desenvolvimento sustentável como exigência básica.
E a Ferrogrão, sim, pode se tornar uma referência dessa visão de mundo e exemplo de sucesso na Amazônia. A estimativa é que, apenas com a diminuição da circulação de milhares de caminhões pela BR-163, haja a redução de 1 milhão de toneladas de dióxido de carbono emitidos na atmosfera por ano.
A concretização desse projeto também será símbolo de algo que devemos valorizar sempre no país: o esforço de diferentes governos. A Ferrogrão, que segue a faixa de domínio da BR-163, pode ser um exemplo dessa união de esforços, assim como é a própria rodovia, cujo trecho da concessão recentemente foi transferido do governo federal para o governo de Mato Grosso por meio de uma solução ousada e pioneira do Executivo estadual.
A Ferrogrão pode seguir essa mesma lógica, numa parceria entre governo federal, estados, municípios e iniciativa privada. Esse é o DNA do projeto: tudo começou sob a gestão de Dilma Rousseff (PT), avançou no governo Michel Temer (MDB) e caminhava para a fase de processo de licenciamento ambiental com Jair Bolsonaro (PL). E segue como prioridade, hoje, no Ministério dos Transportes, do presidente Lula (PT). É, portanto, um projeto apartidário.
O mundo todo procura grandes projetos de desenvolvimento sustentável para investir e, temos certeza, a Ferrogrão estará pronta para ser um exemplo de sucesso. O Brasil pode, e deve, mostrar que é capaz de transformar em realidade esse relevante projeto para o país, que é bom para nossa competitividade, bom para produtores, para sociedade e principalmente para o meio ambiente.
Fonte: Governo MT – MT
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Pelo segundo ano consecutivo, Black Princess Doctor Weiss conquista medalha no Concurso Brasileiro de Cerveja
Pelo segundo ano consecutivo, a cerveja Black Princess Doctor Weiss conquistou medalha no Concurso Brasileiro de Cervejas, realizado em Blumenau (SC), na noite da última terça-feira, 3 de março. A cerveja de trigo do Grupo Petrópolis – maior cervejaria com capital 100% nacional – possui uma receita exclusiva à base de água, malte de trigo, malte de cevada e lúpulo, com amargor de 16 IBU e teor alcóolico de 5,2%. Na edição deste ano, a Doctor Weiss conquistou a medalha de bronze na categoria South German-Style Kristal Weizen, graças à sua refrescância e notas frutadas, que são percebidas tanto no aroma quanto no paladar.
O Concurso Brasileiro de Cervejas é a premiação mais antiga do Brasil e, este ano, reuniu 2,7 mil amostras em mais de 175 categorias diferentes, com um corpo de jurados formado por especialistas nacionais e estrangeiros.
“Essa medalha reforça nosso compromisso com a qualidade e o cuidado com cada detalhe, do desenvolvimento à produção de nossas cervejas. O bronze conquistado pela Black Princess Doctor Weiss na 14ª edição da premiação reconhece o trabalho do nosso time e a consistência dos nossos rótulos especiais”, afirma Bruna Alonso, Gerente de Marcas do Grupo Petrópolis.
Todos os rótulos inscritos são submetidos à análise técnica criteriosa feita por um corpo composto por cerca de 71 jurados. Entre as autoridades especializadas está Rudiger Görtz, mestre cervejeiro do Grupo Petrópolis, que integra o corpo de avaliadores do concurso há muitos anos. Cada uma das cervejas participantes recebe súmulas detalhadas que visam contribuir para o aprimoramento das técnicas e padrão de qualidade da produção. Além disso, os ganhadores da premiação recebem acesso exclusivo na próxima edição do World Beer Awards, maior concurso cervejeiro do mundo.
O Concurso Brasileiro de Cervejas conta ainda com o suporte de um Conselho Consultivo formado por 23 profissionais de referência, além do apoio de instituições internacionais, do cervejeiro Gordon Strong – autor das Diretrizes de Estilo do BJCP (Beer Judge Certification Program) – e da coordenação técnica da Escola Superior de Cerveja e Malte, principal instituição de ensino cervejeiro da América Latina.
Grupo Petrópolis soma mais 40 premiações nos últimos anos
As marcas do Grupo Petrópolis somaram mais de 40 reconhecimentos de qualidade e sabor em premiações nacionais e internacionais nos últimos anos. Os rótulos da linha Black Princess, que possui também a puro malte Gold (rótulo premium) além das especiais, é a marca que mais se destaca nas premiações, tendo recebido 14 prêmios nos últimos 5 anos. Dentre elas, a Black Princess Doctor Weiss é a mais premiada, com 7 medalhas.
Concurso Ano Cerveja Premiação
Brasil Beer Cup – Florianópolis 2021 Black Princess Tião Bock Prata
Brasil Beer Cup – Florianópolis 2021 Black Princess Strong Female Bronze
Concurso Brasileiro de Cervejas – Blumenau 2021 Black Princess Tião Bock Prata
Concurso Brasileiro de Cervejas – Blumenau 2021 Black Princess Doctor Weiss Bronze
Brasil Beer Cup – Florianópolis 2022 Black Princess Doctor Weiss Bronze
Brasil Beer Cup – Florianópolis 2023 Black Princess Doctor Weiss Bronze
Concurso Brasileiro de Cervejas – Blumenau 2023 Black Princess Tião Bock Prata
Concurso Brasileiro de Cervejas – Blumenau 2023 Black Princess Dark Bronze
Concurso Brasileiro de Cervejas – Balneário Camboriú 2025 Black Princess Doctor Weiss Prata
Concurso Brasileiro de Cervejas – Balneário Camboriú 2025 Black Princess Tião Bock Bronze
Concurso Brasileiro de Cervejas – Blumenau 2025 Black Princess Doctor Weiss Ouro
Copa Sul-Americana de Cerveja – Bento Gonçalves (RS) 2025 Black Princess Doctor Weiss Bronze
Concurso Brasileiro de Cervejas – Blumenau 2026 Black Princess Doctor Weiss Bronze
Além dessas premiações recentes, a Black Princess Doctor Weiss conquistou o primeiro lugar no Australian International Beer Awards (2019), além de ser eleita a melhor cerveja brasileira no World Beer Awards (2018), no Reino Unido – ambos na categoria South German-Style Kristal Weizen.
Conheça mais sobre a Doctor Weiss
A Black Princess Doctor Weiss é uma cerveja de trigo, refrescante e saborosa. Com coloração dourada brilhante e espuma extremamente cremosa, tem notas frutadas e de especiarias, que são percebidas tanto no aroma quanto no paladar. Tem amargor de 16 IBU, teor alcóolico de 5,2% e corpo médio. É ideal para ser bebida em copos no estilo Weiss ou Pint e harmoniza muito bem com frutos do mar, peixe e torta de banana. No Concurso, a cerveja ganhou nota 94.
SOBRE A BLACK PRINCESS – Criada na Serra Fluminense em 1882, desde então a Black Princess vem conquistando os mais exigentes apreciadores de cerveja. Hoje conta com oito rótulos: Black Princess Gold, Black Princess Dark, Black Princess Doctor Weiss, Black Princess Let’s Hop, Black Princess Miss Blonde, Black Princess Back to the Red, Black Princess Tião Bock e Black Princess APA-82. Saiba mais sobre a cerveja em www.cervejablackprincess.com.br e @cervejablackprincess
SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS - O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks by Itaipava, Crystal Ice, Cabaré Ice e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 140 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.
Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br
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