MATO GROSSO
“Nenhum outro governador e primeira-dama nos olhou com tanto carinho”, afirma representante dos catadores de recicláveis
MATO GROSSO
Cidinha Nascimento nunca vai esquecer o dia 1º de janeiro de 2023. Presidente da Associação de Catadores de Materiais Recicláveis e Reutilizáveis de Mato Grosso, ela foi uma dos três representantes de ações sociais voluntárias convidados pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, para acompanhar a cerimônia de posse dos novos secretários de Estado.
Cidinha, que já desenvolveu ações sociais em parceria com a Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf), na qual a primeira-dama atua de forma voluntária, afirmou que sentiu honrada em ter sido convidada para a cerimônia. Segundo ela, esta foi mais uma prova do carinho da primeira-dama e do governador Mauro Mendes.
“Nenhum outro governador e primeira-dama nos olhou com tanto carinho. E nenhuma outra primeira-dama do Estado ou do município nunca nos visitou. Eu não posso medir a emoção que foi receber o convite enviado pela dona Virginia. Ver os dois no palco foi muito bonito. Eu disse a ela que queria vê-la na posse, mas imaginei que seria pela televisão. Ver tudo aquilo ao vivo foi muito gratificante. Eu nunca vou esquecer aquele momento”, manifestou.
“Fiquei muito emocionada quando vi meus amigos na posse, prestigiando um momento que também era deles, e fiz questão que eles ocupassem os melhores lugares, porque são eles responsáveis por parte dos projetos sociais que desenvolvemos. Eles representam outros parceiros com quem eu posso contar a qualquer momento e que não medem esforços para dar as mãos e ir para a linha de frente para ajudar as pessoas que mais precisam de nós”, afirmou a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes.
A primeira-dama ainda ressaltou que fez questão de convidar representantes de seus parceiros e colaboradores, pois, segundo ela, eles passaram a fazer parte do seu círculo de amizade.
Para o enfermeiro Rodrigo da Silva Martins, voluntário nas ações de distribuição de marmitas em prol de pessoas em situação de rua e comunidades em situação de vulnerabilidade, o evento no Palácio Paiaguás, onde foram empossados os secretários de Estado, foi uma data marcante.

“Eu, enquanto pessoa comum, que estou na ponta, nunca imaginei que teria essa importância de receber um convite para um momento desse. Me emocionei com o respeito que fui tratado. Um dos momentos marcantes para mim foi quando rezamos Ave Maria, naquela hora me veio toda lembrança do evangelho. Assim como Maria, que se doou por uma nação, dona Virginia tem uma atuação maravilhosa no social, de entrega e dedicação. Ela é muito amada pelas pessoas em situação de rua”, contou.
Thiago da Silva Duarte, presidente do Movimento Nacional dos Catadores de Recicláveis do Brasil, com sede em Cuiabá, também ressaltou a parceria que os catadores de lixo de Cuiabá têm com a primeira-dama do Estado, e afirmou que se emocionou com o convite.
“Ao receber o convite, fiquei feliz e me emocionei. Fiquei grato por ser um dos convidados especiais. Sempre que a gente precisou e precisa, ela nunca diz não aos catadores de lixo. A primeira-dama Virginia é uma pessoa maravilhosa, muito especial. Eu queria vê-la na posse e consegui. Vi nela a emoção por todos estarmos ali. Que a nossa primeira-dama, junto com o governador, continuem ajudando as pessoas que mais precisam. Nunca existiu em nosso Estado um governador como o Mauro Mendes. O que ele está fazendo por Mato Grosso deve ser reconhecido mundialmente”, afirmou.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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