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“Nova escola terá impacto vital para o cidadão de Primavera do Leste”, avalia secretário de Tecnologia

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“Entregar essa obra terá impacto vital para o cidadão de Primavera do Leste”. Foi com esta fala que o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Allan Kardec, demonstrou a importância da entrega da Escola Técnica Estadual de Primavera do Leste (ETE) pelo Governo de Mato Grosso, realizada nesta sexta (03.02). A unidade, que tem capacidade para receber 1,4 mil alunos, atenderá os municípios da região Sudeste do estado.

Foram investidos R$ 14.630.287,20 na conclusão da obra. Durante o dia o prédio vai abrigar Escola Estadual Militar Tiradentes 2° Sgt PM Weliton Pereira Duarte e no período noturno o Governo do Estado oferecerá cursos técnicos e de formação profissional, geridos pela Seciteci.

“Esse é uma obra que estava paralisada desde 2009, assim como dezenas, centenas de obras que conseguimos criar condições para retomar e entregar com eficiência para o cidadão. Hoje entregamos aqui um belíssimo espaço, mais atrativo, eficiente, com educação de qualidade, com tecnologia inovadora em sala de aula, com o melhor material didático de Mato Grosso e talvez do Brasil. Esses são alguns dos atributos da nossa educação. A união da ciência e tecnologia com as escolas militares traz eficiência aos equipamentos públicos, otimizando o gasto público e garantindo o atendimento exigido pela população, que cobra cada vez mais resultados, com o menor custo. É o governo trabalhando com seriedade, buscando cada vez mais eficiência e entregando de volta para o cidadão uma série de benefícios em todos os cantos de Mato Grosso”, defendeu o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes.

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A ocupação das Escolas Técnicas Estaduais pela Escola Militar Tiradentes no período diurno faz parte do novo modelo de educação desenvolvido pelo Governo do Estado, pautado no uso eficiente dos prédios públicos e na política de resultados. A meta é garantir formação integral e qualificada, para o cidadão que busca ser inserido no mercado de trabalho.  

“Hoje entregamos para Primavera do Leste, para Mato Grosso, e para o Brasil, um empreendimento que estava parado há quase 15 anos. Mato Grosso é referência na tecnologia da agroindústria, e aqui, com a união de três frentes de trabalho, o ensino médio, com a Secretaria de Estado de Educação a qualificação e formação profissional com a Seciteci, e a possibilidade da oferta de cursos superiores em parceria com a Unemat [Universidade do Estado de Mato Grosso] e o IFMT [Instituto Federal de Mato Grosso], além da presença da Polícia Militar com a Escola Tiradentes, sem dúvida, já deu certo”, disse o secretário.

O secretário frisou que a inauguração é a prova da eficiência empreendida pela gestão do governador, que traz a formatação de um novo modelo de ensino ainda mais fortalecido. “Vida longa à Escola Técnica de Primavera e à Escola Tiradentes”, completou  Allan Kardec.  

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As novas escolas técnicas possuem modelo padrão, com mais de cinco mil metros quadrados de área construída, capacidade para 1,4 mil alunos nos turnos matutino, vespertino e noturno. A estrutura é distribuída em dois pavimentos, sendo 11 laboratórios profissionalizantes, laboratório especial, 12 salas de aula, auditório com 148 lugares, biblioteca, refeitório, centro de convivência, ginásio poliesportivo coberto, área administrativa e estacionamento.

Além das unidades de Primavera do Leste e Água Boa, que também foi inaugurada hoje, o Governo do Estado entregou em março do ano passado as Escolas Técnicas de Cáceres e Cuiabá. Já as unidades de Campo Verde, Juara, Matupá e Sorriso seguem em obras e devem ser inauguradas até o final do ano.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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