MATO GROSSO
Nova Mutum deve ter orçamento de R$ 533 milhões ano que vem
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A prefeitura prevê que, em 2024, terá orçamento de R$ 533 milhões, na estimativa de receita líquida. A secretaria Municipal de Educação ficará com o maior montante, cerca de R$ 158.1 milhões, seguida pela Saúde com R$ 129.7 milhões. O planejamento inicial é que os investimentos em Urbanização e Saneamento superem os R$ 69 milhões.
A estimativa foi apresentada, em audiência pública, ontem, na câmara, para detalhar o projeto de lei de diretrizes orçamentárias de 2024, a lei orçamentária anual. A secretária de Finanças e Orçamento, Teresinha Arrissava, detalhou os principais eixos do projeto que ainda será apreciado pela câmara municipal.
“Queremos encaminhar as peças orçamentárias ao poder legislativo até o dia 30 de setembro para estudo, avaliação, discussão e votação, passando a ter vigência inicial em janeiro de 2024”, informou a secretaria. Os vereadores poderão fazer emendas ao projeto.
Só Notícias (foto: assessoria)
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0