BR-163
Nova Rota e Corpo de Bombeiros firmam parceria para reforço no combate às queimadas
MATO GROSSO
A cooperação com o Comando Regional 1 do Corpo de Bombeiros (CRBM-1) também visa utilizar de forma mais eficiente os recursos operacionais destinados ao combate aos incêndios.
Para isso, os operadores de tráfego da BR-163/364 passam a dar apoio ao Corpo de Bombeiros, avaliando as ocorrências no local e registrando a situação durante o monitoramento de rotina. Os bombeiros também seguem monitorando o mapa de calor e, sempre que identificarem uma situação suspeita no trecho sob concessão, solicitarão à Nova Rota a verificação do local para identificar a situação.
“Os nossos operadores de tráfego são treinados e têm condições de avaliar a situação e dimensão de um foco de calor. Existindo a possibilidade de resolver o problema, a Concessionária atua imediatamente. Caso seja um incêndio maior, que coloque em risco a segurança da equipe, o Corpo de Bombeiros é acionado para atuar na ocorrência”, explica a gerente de Operações da Nova Rota do Oeste, Bárbara Natane.
Conforme a comandante do CRBM-1, tenente-coronel Sheila Sebalhos, a parceria prevê a intensificação da comunicação entre a Sala de Situação do CBM, o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) e o Centro de Controle Operacional da Nova Rota do Oeste. Segundo ela, isso vai garantir mais eficiência na atuação dos militares.
“É uma parceria importante, porque amplia a capacidade de atendimento aos municípios da Baixada Cuiabana. Com o apoio da Nova Rota do Oeste para o monitoramento, conseguimos destinar nossos recursos às ocorrências que são mais graves ou mesmo atender mais rapidamente uma queimada que está às margens da rodovia”, observa.
O monitoramento da Nova Rota do Oeste será focado nos trechos da BR-163/364 que vão da Serra de São Vicente (a partir das Águas Quentes) até Nobres, e da BR-070, em Cuiabá e Várzea Grande.
Para o combate às queimadas, a Nova Rota dispõe de seis caminhões pipa (sendo um alugado especialmente como reforço às atividades para esta época do ano), abafadores em todas as viaturas operacionais (cerca de 70 veículos) e equipes treinadas para atuação em pequenos focos.
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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