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Número de cirurgias eletivas realizadas aumenta 77% em hospitais de Cuiabá durante intervenção na Saúde.

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No total, foram 1.613 procedimentos eletivos e de emergência realizados nos três hospitais municipais, desde o início da intervenção.

O número de cirurgias eletivas realizadas nos hospitais municipais aumentou 77% nos 60 dias da administração do Gabinete de Intervenção na Saúde de Cuiabá. A comparação leva em conta os períodos entre 14 de janeiro e 14 de março de 2023, sob gestão municipal, e de 15 de março a 15 de maio, sob administração da equipe de intervenção.

Em 60 dias de intervenção, foram realizados 988 procedimentos eletivos no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC) e Hospital São Benedito. Já entre janeiro e março foram realizadas 558 cirurgias nas unidades municipais.

A diminuição da lista de espera por procedimentos cirúrgicos é uma das prioridades do Gabinete de Intervenção, segundo a interventora Danielle Carmona. Ao todo, foram 1.613 procedimentos eletivos e de emergência realizados nos três hospitais, desde o início da intervenção, enquanto no período anterior foram 1.089.

“Assumimos a intervenção com a meta de regularizar não apenas as finanças da Saúde de Cuiabá, mas principalmente os atendimentos à população. Nesse período temos nos empenhado para conseguir dobrar o número de cirurgias realizadas, pois é uma das grandes demandas de saúde em nossa capital, uma vez que muitos pacientes aguardam há anos por procedimentos”, afirmou a interventora na Saúde em Cuiabá, Danielle Carmona.

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De acordo com Danielle, a retomada das cirurgias eletivas no antigo Pronto-Socorro, no mês de abril, foi primordial para o aumento no atendimento aos pacientes que aguardavam por procedimentos eletivos. A unidade passou os quatro meses anteriores sem realizar cirurgias.

Entre 10 de abril e 15 de maio foram realizados 379 procedimentos na unidade, sendo que alguns pacientes aguardavam há nove anos. Entre janeiro e fevereiro, foram 54 cirurgias realizadas na unidade.

Já nas unidades conveniadas, que são os Hospitais Júlio Muller, Santa Helena e de Câncer, o número de cirurgias eletivas realizadas foi de 1.872. Um aumento de 13%, em relação ao início do ano, quando foram 1.654.

Cirurgias de emergência

Durante os 60 dias de intervenção, o aumento no número de cirurgias de emergência realizadas nos hospitais municipais foi de 17%. Foram 625 procedimentos no período, enquanto nos meses anteriores foram 531.

Nas unidades conveniadas, o número de cirurgias de emergência teve aumento de 8%, sendo 263, entre janeiro até 14 de março, e 284, nos 60 dias da intervenção.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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