MATO GROSSO
Obra do Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição está 80% pronta
MATO GROSSO
A obra do Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição (Celad), unidade que é construída pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), já está 80% concluída. O prédio é edificado em Cuiabá e recebe um investimento de, aproximadamente, R$ 60 milhões. A nova estrutura deve ser entregue à população ainda em 2024.
O empreendimento terá o total de 20.492,30 m². Ligada à Assistência Farmacêutica, a unidade especializada contará com espaço moderno e amplo para o armazenamento de medicamentos e compostos a serem distribuídos aos 142 municípios de Mato Grosso.
O local também irá atender as demandas logísticas das Secretarias de Estado de Educação e de Planejamento.
“Esta é uma das dezenas de obras que estão sendo executadas pela SES. O Celad terá uma estrutura ampla que possibilitará o armazenamento seguro e correto de todos os medicamentos do estoque do Estado. Além desta estrutura voltada para a saúde, o Governo investe na construção de seis grandes hospitais e na modernização de todas as unidades de saúde administradas pela SES”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.![]()
No local, já foram finalizados terraplanagem, estrutura da cabine primária de energia e base do gerador, fundação de concreto dos galpões, estrutura de concreto da base administrativa, estrutura metálica de cobertura da base administrativa, estrutura de concreto, alvenaria da guarita e estrutura metálica da guarita, muro de vedação nos entornos, drenagem interna dos galpões, implantação de piso industrial dos galpões, cobertura dos galpões, rede de drenagem principal, infraestrutura elétrica e de drenagem de água pluvial dos galpões, estrutura metálica de fechamento dos galpões, lixamento de base para pintura epóxi e montagem de estruturas metálicas.
Seguem em andamento na obra o fechamento com isopainel, tratamento de juntas de piso, concretagem do pavimento externo, cabeamento elétrico externo e interno e pintura epóxi.
“A obra do Celad está avançando e trabalhamos muito para que, ainda neste ano, possamos inaugurá-la. O nosso objetivo é oferecer uma estrutura ampla e moderna para o armazenamento seguro dos itens ligados à assistência farmacêutica”, finaliza a secretária adjunta de Infraestrutura de Tecnologia de Informação da SES, Mayara Galvão.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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