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Oferta de novos cursos técnicos no ensino médio é abordada no novo episódio do Conecta Jovem

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Entre os cursos técnicos ofertados estão Administração, Enfermagem e Agricultura

A nova oferta de cursos técnicos no Ensino Médio foi abordada no novo episódio do podcast Conecta Jovem, disponibilizado nessa quarta-feira (15). No bate-papo com a jornalista Camilla Zeni, o secretário-adjunto de Educação Profissional e Superior, Dimorvan Alencar Brescancim, e o superintendente de Educação Profissional, Endrigo Antunes, apresentaram os detalhes das novas capacitações, que iniciarão em 2024.

A ação é fruto de uma parceria da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e será disponibilizada para 15 municípios mato-grossenses. O estudante que optar pela modalidade poderá concluir o Ensino Médio já com um diploma técnico em uma das áreas escolhidas. Entre os cursos técnicos ofertados estão Administração, Enfermagem e Agricultura.

Com 1.960 vagas para 2024, a Seciteci busca agregar um maior número de estudantes ao longo dos próximos três anos, chegando a uma oferta de mais de 6 mil vagas em 2026. A expectativa é formar anualmente 2 mil profissionais técnicos que também encerraram o Ensino Médio.

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O secretário adjunto de Educação Profissional e Superior, Dimorvan Alencar Brescancim, reforçou a importância da qualificação profissional para os jovens, sendo essa uma grande oportunidade para o desenvolvimento e reconhecimento de carreira a longo prazo.

“A minha ascensão no mundo do trabalho veio através do curso técnico, foi muito importante para mim. Chamo a atenção para isso, pois essa oportunidade faz toda diferença na vida profissional desse jovem. É uma experiência de muito amadurecimento durante esses três anos fazendo o Ensino Médio junto com o Técnico”, disse o secretário adjunto.

Já o superintendente de Educação Profissional, Endrigo Antunes, completou afirmando que a busca pela formação técnica tem aumentado cada vez mais nos últimos tempos. Ainda de acordo com Endrigo, essa é a realidade encontrada em instituições de ensino dentro e fora de Mato Grosso.

“Temos visitado várias instituições dentro e fora de Mato Grosso e, em todo lugar que nós passamos, os diretores de outras instituições nos relatam que vários jovens buscam estágios remunerados. Então existe uma perspectiva muito bacana de oportunidades”, acrescentou o superintendente.

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Reforma tributária deve mudar custos e exigir revisão de contratos na saúde

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Empresas de saúde terão de olhar além das alíquotas para avaliar os efeitos da reforma tributária sobre seus resultados. O perfil dos fornecedores, o aproveitamento de créditos e as condições dos contratos estão entre os fatores que podem influenciar os custos e o planejamento financeiro de hospitais, clínicas e outros estabelecimentos do setor.

Esses impactos foram discutidos em Cuiabá durante o Saúde à Mesa, promovido pelo Sindicato das Empresas de Saúde de Mato Grosso (Sindessmat), em parceria com a FCS Advogados e patrocínio da Huma. A palestra dos advogados Alex Ferreira e Thayelle Vendramini abordou as mudanças na tributação do consumo e da renda e seus reflexos para empresas, sócios e profissionais da saúde.

Uma simulação apresentada por Ferreira ilustrou o peso dos créditos tributários no resultado financeiro. Ao comparar dois hospitais com a mesma receita, mas diferentes níveis de aproveitamento de créditos, o exemplo mostrou uma diferença no tributo a recolher equivalente a 3% do faturamento. O exercício evidenciou como a composição das compras e a organização dos controles podem influenciar o valor a pagar.

Segundo o advogado, os efeitos para cada estabelecimento dependem também do perfil de seus contratantes e das condições negociadas com fornecedores. A preparação passa pela revisão de preços, organização dos documentos fiscais, identificação do regime tributário dos parceiros comerciais e adequação dos sistemas de gestão.

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A análise incluiu o funcionamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a transição para o novo modelo e as particularidades das relações entre prestadores, operadoras de planos de saúde, entidades filantrópicas e poder público.
Os contratos de longa duração também exigem atenção. A orientação apresentada foi integrar as áreas jurídica, contábil, financeira e de compras para avaliar os efeitos das mudanças sobre os compromissos assumidos e planejar a adaptação dos negócios.

Além dos custos das empresas, o encontro discutiu os reflexos sobre a renda de sócios e profissionais da saúde. Thayelle Vendramini abordou a tributação de dividendos, a retenção na fonte e a apuração do Imposto de Renda mínimo sobre rendimentos elevados. Os exemplos relacionaram a distribuição de lucros, os valores recebidos ao longo do ano e o ajuste anual.

Para a diretora executiva do Sindessmat, Patrícia West, o acesso à informação é fundamental para preparar os estabelecimentos para esse cenário.

“A reforma tributária exige atenção e planejamento das empresas do setor da saúde. Com o Saúde à Mesa, o Sindessmat busca aproximar os gestores de especialistas e oferecer informações que apoiem decisões mais seguras. Nosso compromisso é fortalecer as instituições que representamos, promovendo diálogo e conhecimento para que possam se preparar para as mudanças e seguir oferecendo uma assistência de qualidade à população”, destaca.

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O presidente do Sindessmat, Dr. Altino José de Souza, afirmou que a iniciativa abre uma série de encontros voltados aos associados, com temas que afetam a gestão dos estabelecimentos.

“Foi uma experiência para avaliarmos a adesão e o interesse de nossos associados, e a avaliação é positiva. Nossa parceria com a FCS Advogados sempre rende bons frutos, com conteúdo atualizado e que impacta na gestão dos estabelecimentos. Agradecemos também o apoio da Huma – Cotações e Compras Eletrônicas LTDA, que apresentou uma ferramenta que pode ser utilizada pelos estabelecimentos e nos ajudou a realizar esse encontro.”

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